quarta-feira, 29 de abril de 2020

Consórcio de dinheiro: como funciona?

Você sabe o que é consórcio? Podemos defini-lo como um investimento feito de maneira segura e uma das formas mais econômicas e/ou inteligentes para adquirir algum tipo de bem ou serviço.

É uma modalidade de compra programada, que também pode ser uma forma de poupança. Mas, como funciona o consórcio de dinheiro?

consórcio de dinheiro
O consórcio de dinheiro pode ser considerado uma forma de poupança

Ele trabalha basicamente da mesma forma que o de um automóvel ou imóvel, por exemplo.

A única diferença, que também pode ser vista como uma vantagem, é que você pode escolher quando e para qual finalidade o dinheiro será utilizado.

Como fazer um consórcio de dinheiro?

É considerado para os especialistas como uma invenção brasileira, já aplicada em outros países. Os consórcios são bem interessantes para aquelas pessoas que não precisam do seu bem de imediato.

Quem tem dúvidas de como fazer, saiba que é mais fácil do que parece. Primeiro, busque instituições financeiras que sejam de confiança.

Nesse cenário do mercado, é primordial que se faça todo e qualquer tipo de transação financeira com segurança.

É preciso também questionar se a instituição possui a modalidade de consórcio. Em algumas ocasiões, as empresas até possuem consórcios de automóveis.

Nesses casos, consegue retirar uma carta e aplicar o dinheiro para outros fins. Os bancos, por exemplo, fazem esse tipo de movimentação com valores de até R$1 milhão.

Dicas para realizar um consórcio de dinheiro

Não use como aplicação

É importante ressaltar que esse sistema não foi criado para esse fim. Logo, a recomendação é não aplicar com esse intuito. Ele foi criado para você comprar um bem, como uma casa ou carro.

Se você está pensando em usá-lo como forma de resgatar o dinheiro, não estará fazendo algo produtivo, mas saindo em desvantagem. Invista de outra forma, ou coloque na poupança, por exemplo.

Se você quiser sair, pode pegar o dinheiro de volta

Essa é a dúvida de muita gente quando decide entrar no consórcio. Mas, a afirmação é positiva.

Sim, é possível pegar o dinheiro de volta em até sete dias após a assinatura do contrato. O valor que foi pago será recebido em um prazo máximo de dois meses após a última contemplação.

É possível ganhar dinheiro com o consórcio?

A versatilidade sempre foi um ponto forte do consórcio de dinheiro. Além de permitir o uso da carta de crédito para a compra de qualquer bem dentro de um mesmo grupo, ele ainda é uma excelente forma de investimento.

Ou seja, quem quer ganhar dinheiro deve sempre considerá-lo. Um dos principais benefícios dos consórcios é a ausência a cobrança de juros.

Ademais, toda operação de crédito embute no valor total pago pelo financiamento não apenas os juros, mas uma série de encargos, que recebem o nome de Custo Efetivo Total (CET).

Quem faz as contas antes de entrar em um financiamento percebe que o CET é capaz de dobrar o valor gasto com o bem no final do pagamento.

Há a cobrança de uma taxa de administração, que remunera o trabalho da administradora.

No entanto, ainda assim, tem índices menores do que os juros praticados no mercado de crédito. Por isso, considere sempre esse aspecto antes de tomar sua decisão.

Vantagens e desvantagens do consórcio de dinheiro

consórcio de dinheiro
Consórcios têm pontos positivos e negativos

Para quem quer adquirir um bem ou serviço, o consórcio de dinheiro é uma vantagem. Já que a pessoa tem a liberdade de escolher o que irá querer comprar.

Ou seja, não é preciso levar um produto ou serviço que foi escolhido pela instituição financeira.

Sendo assim, fica a critério do consorciado comprar uma moto, casa, eletrodomésticos e até mesmo viagens ou intercâmbios.

Essa também é uma forma de investir o dinheiro, em vez de colocá-lo em uma poupança. Já que especialistas não aconselham realizar aplicações na caderneta.

Outra vantagem desse tipo de consórcio é que ele ajuda a ter um controle sobre o dinheiro, o que não acontece com pessoas que têm a poupança.

Ele também é aconselhado para aqueles que não têm disciplina para guardar dinheiro, seja em casa ou na conta do banco.

Isso porque, nesse tipo de consórcio, você se compromete a pagar mensalidades ou parcelas. Podendo ser colocado até mesmo em débito em conta.

Os valores de cada mês serão determinados, de comum acordo, assim que a pessoa contrata o serviço.

Porém, há uma desvantagem ao utilizar o consórcio de dinheiro. Ter que esperar o sorteio ser realizado para poder pegar a quantia aplicada e comprar o bem que deseja.

Outro prejuízo que poderá ter é que nesse tipo de investimento não existe rendimento. Que é o que acontece com a poupança ou qualquer outro tipo de aplicação financeira.

Os tipos de consórcio de dinheiro

Quem se interessou por esse tipo de investimento pode escolher duas opções. A primeira é o consórcio de dinheiro contemplado, enquanto o segundo é o entre amigos.

Cada um deles tem as suas características e vantagens. Conheça qual o melhor para o seu dinheiro e invista!

Consórcio de dinheiro contemplado

Esse tipo de investimento é para quando a pessoa é sorteada. Ela terá duas opções do que poderá ser feito com o dinheiro.

A primeira alternativa é comprar o bem ou produto que deseja de imediato. Já a segunda alternativa é aplicar o dinheiro na poupança e utilizá-lo quando achar melhor.

Nesse consórcio, as pessoas podem adquirir os seguintes bens:

Veículos: poderão ser comprados caminhões, carros e motos, de qualquer ano, modelo, marca e cor, independentemente de ser novo ou usado. Fica a critério da pessoa que irá realizar a compra;

Eletrodomésticos: podem ser comprados tanto produtos de informática, como por exemplo computadores, celulares e tablets, e eletrônicos como: televisão, rádio, câmera fotográfica, entre outros;

Casa: além da compra de um imóvel, a quantia guardada também poderá ser usada para realizar uma construção ou reforma de um apartamento, por exemplo;

Serviços: o dinheiro que foi guardado poderá ser revertido em uma viagem, intercâmbio, faculdade e até mesmo no planejamento de uma festa de 15 anos, casamento ou de formatura.

Consórcio de dinheiro entre amigos

Se você tem amigos que também estão querendo juntar uma determinada quantia, chame-os para esse tipo de investimento.

A vantagem desse tipo de consórcio é que não há taxa a ser cobrada mensalmente e nem de adesão pela administradora financeira.

O dinheiro que seria gasto poderá ser revertido em mais um forma de economia.

Mas, é importante ressaltar que os amigos que você irá chamar para dividir o consórcio precisam ser de confiança e realmente empenhados em guardar a quantia.

Fique atento a algumas dicas:

– Realize um contrato entre todos os participantes do consórcio, coloque as obrigações e deveres de cada um. Além disso, também adicione as datas de pagamento do investimento, entre outros pontos que considerarem importantes.

– Escolha administradores para o setor financeiro. Essa pessoa ficará responsável por receber o dinheiro dos outros membros. E também do sorteio daqueles que foram contemplados com a quantia.

Extra: mais pontos importantes sobre o consórcio

Como já explicado, ao entrar em um consórcio, o cliente faz parte de um grupo de pessoas com objetivos em comum. Os valores e prazos devem ser de acordo com todos os integrantes porque cada um terá uma cota ativa.

A maioria dos consorciados prefere entrar em um grupo que está em fase de construção. Desse modo, garante facilidade de se organizar para fazer os pagamentos.

Há duas maneiras para entrar grupos que estão em andamento: por cota vaga ou reposição de cota.

Nesse caso, o novo consorciado deve quitar o número de prestações já pagas pelos demais participantes. Também é possível entrar em um grupo por transferência.

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Como funcionam as Assembleias

Todos os meses são realizadas reuniões pela administradora do consórcio para oferta de lances e execução de sorteios.

É comum que também sejam decididos itens necessários que dizem respeito ao funcionamento do grupo.

As assembleias são obrigatórias e estão sob fiscalização do Banco Central. Todos os participantes consorciados têm poder de decisão, sendo que estas estão sempre baseadas na maioria.

Como acontece a contemplação

Conforme você já deve saber, o consorciado possui duas maneiras de ser contemplado em um consórcio de dinheiro – ou um com qualquer outra finalidade: por meio de sorteio ou de lance.

Veja como funciona cada uma dessas modalidades:

Sorteio: esta é a forma mais comum de contemplação. Os participantes do grupo concorrem com suas cotas, onde possuem as mesmas chances de serem sorteados.

É como se fosse um bingo em que cada peça significa uma cota.

Apenas os consorciados que estão com o pagamento em dia podem participar. A administradora deve, antes de começar a realização do mesmo, informar quantas cotas serão sorteadas.

Lance: muito parecida com um leilão, esta forma de contemplação chama menos atenção dos consorciados. Apesar disso, é importante entender as regras: é necessário que o cliente faça o lance algumas horas antes da assembleia.

Quando se propõe ao dar um lance, o consorciado garante ter o valor das parcelas acordadas. Ele pode antecipar mensalidades ou quitar determinada porcentagem do que falta. A proposta mais alta ganha a contemplação.

Além deste, existe o lance embutido e o lance fixo. O primeiro é uma opção na qual o cliente dá parte do valor da carta e, quando sorteado, o valor é descontado no restante do valor do serviço.

Já o lance fixo é mais comum que o embutido e diz respeito ao lance no valor mínimo que está no contrato.

Curiosidades sobre o consórcio de dinheiro

Quando surge uma nova possibilidade, geralmente, vem acompanhada com uma infinidade de dúvidas. Não é diferente quando o pensamento de adquirir um consórcio de dinheiro vem à tona.

Quais serão os tópicos que raramente são mencionados à quem deseja tomar essa nova decisão? Veja:

Burocracia

Se você tem repúdio a essa palavra e faz de tudo para que ocorra da forma mais flexível possível, pode ficar despreocupado. Os termos burocráticos são indispensáveis quando o assunto refere-se a consórcios.

Mas, nesse caso, há uma forma de tornar os trâmites mais fáceis. Para isso, a escolha de uma boa administradora para a negociação é muito importante e talvez ela possa acarretar em ótimas vantagens. 

Casa própria
Para evitar estresse com burocracia, escolha uma boa administradora

Cobrança intermediária

Assim que é realizado o acordo, o valor das parcelas são definidos e informados. Se isso não acontecer, você precisa entrar em contato com a administradora urgente.

É importante lembrar que há financiamentos em que as divisões de parcelas terão o acréscimo de juros e isso é comum.

Em contrapartida, se houver cobrança de taxas adicionais desconfie. Isso só pode acontecer em caso de desistência ou falta de pagamento das parcelas.

Utilização do crédito para outra finalidade

O consórcio autoriza que você utilize até 10% do valor do crédito adquirido para outros fins, como pagamento de despesas que tenham relação com aquisições de bens ou serviços.

Ou seja, pode ser utilizado em registros cartoriais, instituições de registros, transferência de propriedade e tributos, por exemplo.

Pagamento com atraso

Como já foi dito, o atraso no pagamento das parcelas pode gerar cobranças de juros e até multa.

No entanto, se o número de parcelas não pagas for muito alto, você poderá ser até mesmo excluído do grupo. Então, fique atento e firme um compromisso real para não precisar sofrer tais consequências.

Transparência

O consórcio é uma ótima alternativa e o planejamento tem grande importância nessa decisão.

Fique atento a administradora que fará o acordo com você, pesquise antes, procure alguém que consiga explicar claramente como esse mercado funciona.

Busque por transparência e competência. Além disso, planeje e anote o valor das possíveis parcelas e como o contrato será realizado. 

Dinheiro que pode retornar

Após o pagamento de todas as parcelas e o recebimento da carta de crédito, você pode comprar uma casa ou um apartamento e colocá-lo para alugar.

Assim você terá uma propriedade e o valor que receberá do aluguel apenas trará benefícios. O mesmo pode ocorrer com os veículos, nesse caso, é possível apenas vendê-lo. 

Compre um automóvel ou uma moto por um determinado preço, revitalize-o e revenda por um valor mais alto. Isso é vantajoso para você, pois gerará lucro em seus negócios.

Como se organizar financeiramente para o consórcio

Fazer um consórcio, seja de dinheiro, bens ou serviços, é necessário que a pessoa esteja com o orçamento organizado.

Por isso, confira algumas dicas que podem ajudar no planejamento financeiro.

#1. Anote as despesas

É recomendado listar todas as dívidas para que se tenha ciência do quanto sobra do orçamento mensal. É possível organizar os gastos por meio da planilha no Excel, aplicativos e até em um caderninho.

Para registrar todo seu sistema financeiro é necessário que entenda para onde está indo seu dinheiro e hábitos de consumo. Antes de querer juntar dinheiro é necessário quitar as contas.

#2. Pague as dívidas

As dívidas pesam no orçamento e podem te afastar do objetivo. No consórcio de dinheiro, por exemplo, também existe o lance e seu nome precisa estar limpo para que você possa receber a carta de crédito.

Comece pagando as dívidas do cartão e do cheque especial porque são as que possuem maiores taxas de juros.

#3. Fuja da tentação de comprar

Planeje suas compras e tenha disciplina. A compulsão por compras fará com que gaste dinheiro com mercadorias desnecessárias ou supérfluas.

Transformar a vida financeira será difícil para os compradores, mas deve estar aliada sempre à seguinte avaliação: “eu preciso mesmo deste produto?”. Se a resposta for não, não compre.

#4. Evite o uso do cartão

O recurso, apesar de ser um adianto nas emergências, deve ser evitado. Quando for necessário usar, não descuide de fazer o controle dos gastos.

O cartão de débito também deve receber atenção para que você não caia na armadilha do cheque especial. Prefira sempre adquirir produtos com o dinheiro.

#5. Poupe dinheiro

Corra atrás das promoções e, se possível, faça as refeições em casa ou leve marmita. Tais gastos pesam no final do mês.

Poupar dinheiro parece ser impossível, mas não é. Comece cortando gastos pequenos e veja os resultados. É possível economizar sem abrir mão da qualidade de vida.

Consumidores poderão sacar em dinheiro cotas até dezembro

Consumidores que possuem cotas de consórcios e forem contemplados até o fim de dezembro poderão receber o valor em dinheiro. A medida foi anunciada pelo Banco Central em razão da pandemia do coronavírus.

De acordo com a autoridade monetária, com a flexibilização da regra, o cliente pode escolher receber em espécie ou em conta tanto pela dificuldade de aquisição do bem no mercado, quanto pela necessidade urgente de recursos em meio à crise.

Além disso, foi definido que, na formação de grupos de consórcio em que os créditos sejam de valores diferentes, aquele de menor valor não poderá ser inferior a 30% do crédito de maior valor. Antes, o percentual era de 50%.

O prazo para formação de grupos de consórcios passou de 90 para 180 dias até 1º de dezembro. Se ultrapassar o período, a administradora deverá devolver os valores cobrados corrigidos com a aplicação financeira escolhida em contrato.

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12 filmes e séries sobre finanças no Netflix

Que tal aproveitar a quarentena para assistir filmes e séries no Netflix? Ou tirar um dia todo para “maratonar”? Melhor ainda se for sobre finanças.

Nos últimos anos, a produção de audiovisuais com finalidade de ensinar ou informar sobre um determinado tema cresceu consideravelmente.

Para aqueles que entendem pouco sobre finanças, essas produções podem ajudar a aprender mais sobre a área. Até porque com a ajuda do Netflix pode ser muito mais divertido. Não é mesmo?

Vale a pena combo de internet, TV e telefone?
O Netflix tem filmes e séries sobre finanças disponíveis. Conheça alguns!

É importante entender mais do tema até mesmo para planejar as despesas de casa e as finanças do seu negócio.

Também vale ressaltar que administrar o dinheiro não é um assunto dominado por grande parte da população brasileira. Prova disso é o alto número de pessoas inadimplentes no país. 

O percentual de pessoas com dívidas no Brasil, estejam elas em atraso ou não, chegou a 65,1% em setembro de 2019. Ficando acima dos 64,8% no mês de agosto e dos 60,7% de setembro do ano passado.

Os dados foram obtidos por meio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O catálogo de produções do Netflix pode te ajudar a planejar melhor suas finanças pessoais.

Pronto para aprender mais sobre o mundo das finanças? Para conseguir organizar melhor as contas de casa e do seu empreendimento?

A seguir, conheça 12 filmes e séries sobre o assunto. Antes disso, é importante informar que a matéria NÃO CONTÉM SPOILER.

+ 10 filmes que qualquer aluno de economia deveria ver

12 filmes e séries sobre finanças no Netflix

#1 Billions

A série de drama foi lançada em 2017 e é composta por quatro temporadas. A história tem como foco principal o conflito entre Boby Axelrod (Damian Lewis), que é um bilionário dono de uma empresa de investimentos, e Chuck Rhoades (Paul Giamatti), promotor de Nova York que investiga as movimentações do empresário.

Boby nasceu em uma família pobre e batalhou para tornar-se um influente gestor em Wall Street. A série aborda assuntos como mercado financeiro, finanças, poder e política. Isso tudo com uma mistura de drama, ação e suspense.

#2 A Grande Aposta

Lançado em 2016, o filme se passa no ano de 2008, quando um guru de Wall Street nota que diversos empréstimos realizados para o mercado imobiliário estão em risco de inadimplência.

É nesse momento que quatro personagens do filme apostam contra o mercado aplicando um bilhão de dólares dos investidores.

Com a transação, os quatro homens ganham uma fortuna se aproveitando do colapso econômico dos Estados Unidos. Para quem não lembra, 2008 foi o ano em que o mundo passou por uma forte crise econômica.

#3 Girlboss

A série, uma comédia, estreou em 2017 e tem como tema central o empreendedorismo. A protagonista, Sophia (Britt Robertson), é uma jovem rebelde e anarquista que se recusa a crescer.

A história é inspirada em um best-seller. Sophia, que está falida, se encontra em um negócio de venda de roupa online e consegue se tornar uma empreendedora de sucesso.

É nesse momento que se iniciam as dificuldades e de ser chefe de si mesma.

#4 Wall Street: o Dinheiro Nunca Dorme

O filme, que estreou no Brasil em 2010, conta a história de Gordon Gekko (Michael Douglas). Após cumprir uma pena por fazer uso de uma informação privilegiada, o protagonista está fora do mundo que um dia chegou a comandar.

Com o objetivo de reparar o relacionamento com a filha, Gekko forja uma aliança com seu noivo, Jake.

Apesar de considerar Gordon uma figura paterna, Jake descobre que o ex-investidor ainda é um mestre das manipulações e nada o impedirá de alcançar seus objetivos.

#5 Mad Men

A história se passa em 1960 e retrata a rotina de uma grande agência publicitária. A série mostra como é a vida do diretor de criação da agência, Don Draper (Jon Hamm).

Durante os episódios são apontadas algumas lições sobre marketing para empreendedores.

Além de mostrar como as pessoas podem inovar e criar oportunidades nos negócios. A história também mostra as ambições, frustrações e disputa de poder dos personagens da série.

#6 A negociação

Robert Miller (Richard Gere) se envolve em um acidente automobilístico, às vésperas de vender sua empresa milionária, que acaba ocasionando a morte de uma pessoa.

Porém, para manter a imagem que construiu, ele esconde a responsabilidade que tem no caso assim como algumas fraudes que cometeu.

Mas, um investigador está disposto a descobrir o verdadeiro culpado, sabotando todos os planos de Robert.

#7 Suits

A série conta a história de Mike Ross (Patrick J. Adams), que abandonou a faculdade de Direito. Porém, mesmo assim, ele consegue uma entrevista com um dos melhores advogados de Manhattan, Harvey Specter (Gabriel Macht).

Mesmo sendo um advogado competente, Harvey aprende a ver os clientes de outra maneira. A série mostra a rotina de um grande escritório de advocacia, dando lições de liderança, negociação e trabalho em equipe.

#8 Trabalho interno

Lançado em 2010, o filme mostra a crise econômica mundial ocorrida em 2008. Matt Damon desponta em uma análise detalhada sobre os elementos que ocasionaram o colapso da crise.

Além de identificar as peças-chave do mundo financeiro e político. No filme é possível conhecer a história dos mercados financeiros dos Estados Unidos, China e Islândia, entre outros países.

#9 Narcos

A série se passa no final da década de 1970, quando Pablo Escobar (Wagner Moura) não é considerado mais apenas um traficante.

Nessa série, os aprendizados devem ser vistos de forma metafórica. Isso porque ela mostra as consequências psicológicas de ter um empreendimento de crescimento exponencial e arriscado.

#10 Salvando o capitalismo

Salvando o capitalismo foge um pouco do conceito de série ou filme, mas também é uma excelente opção. Esse é um documentário sobre a história, trajetória e o ponto de vista de Robert Reich.

Reich é professor de Políticas Públicas e ex-secretário do trabalho dos Estados Unidos, na gestão Clinton. Ela aborda como o país está trabalhando as questões sociais.

A história é exposta por meio de palestras no país, propondo ideias sobre o capitalismo e desigualdade financeira. Ela demonstra a forte ligação entre a política e a iniciativa privada.

#11 The China Hustle

O The China Hustle é mais um da série de documentários disponíveis na Netflix, produzido bem recentemente, em 2018. É mais um que usou como referência as discussões acerca do mercado de ações dos Estados Unidos.

É um documentário com 1h24 de duração que consegue mostrar como aconteceu a queda das operações da bolsa em 2008, que afundou por manobras financeiras.

Especialistas recomendam esse documentário para que investidores iniciantes consigam enxergar o mercado com uma visão mais racional e precisa.

#12 Margin Call

O filme ‘Margin Call: o dia antes do fim’ é mais uma produção que fala sobre a crise de 2008, contando a história de um analista de um banco de investimentos.

Na narrativa, ele descobre informações que de certa forma podem acabar com a empresa. Ela praticamente mostra as últimas 24 horas de um banco que está prestes a quebrar.

O filme retrata como lidar com as mais diversas situações no meio de uma crise, de diferentes personalidades e funções. Com dados sigilosos, é preciso saber o que fazer. Ele mostra o quanto estar bem informado é bom para os negócios.

Margin Call chegou a ganhar o Oscar de melhor roteiro. E aí, gostou das indicações? O que está esperando para maratonar?

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Estreias de maio no Amazon Prime Video: Star Wars, Battlestar Galactica e mais

Estreias de maio no Amazon Prime VideoConfira as principais novidades que estreia no Prime Video no Brasil, o serviço de streaming da Amazon

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12 filmes e séries sobre finanças no Netflix

Que tal aproveitar a quarentena para assistir filmes e séries no Netflix? Ou tirar um dia todo para “maratonar”? Melhor ainda se for sobre finanças.

Nos últimos anos, a produção de audiovisuais com finalidade de ensinar ou informar sobre um determinado tema cresceu consideravelmente.

Para aqueles que entendem pouco sobre finanças, essas produções podem ajudar a aprender mais sobre a área. Até porque com a ajuda do Netflix pode ser muito mais divertido. Não é mesmo?

Vale a pena combo de internet, TV e telefone?
O Netflix tem filmes e séries sobre finanças disponíveis. Conheça alguns!

É importante entender mais do tema até mesmo para planejar as despesas de casa e as finanças do seu negócio.

Também vale ressaltar que administrar o dinheiro não é um assunto dominado por grande parte da população brasileira. Prova disso é o alto número de pessoas inadimplentes no país. 

O percentual de pessoas com dívidas no Brasil, estejam elas em atraso ou não, chegou a 65,1% em setembro de 2019. Ficando acima dos 64,8% no mês de agosto e dos 60,7% de setembro do ano passado.

Os dados foram obtidos por meio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O catálogo de produções do Netflix pode te ajudar a planejar melhor suas finanças pessoais.

Pronto para aprender mais sobre o mundo das finanças? Para conseguir organizar melhor as contas de casa e do seu empreendimento?

A seguir, conheça 12 filmes e séries sobre o assunto. Antes disso, é importante informar que a matéria NÃO CONTÉM SPOILER.

+ 10 filmes que qualquer aluno de economia deveria ver

12 filmes e séries sobre finanças no Netflix

#1 Billions

A série de drama foi lançada em 2017 e é composta por quatro temporadas. A história tem como foco principal o conflito entre Boby Axelrod (Damian Lewis), que é um bilionário dono de uma empresa de investimentos, e Chuck Rhoades (Paul Giamatti), promotor de Nova York que investiga as movimentações do empresário.

Boby nasceu em uma família pobre e batalhou para tornar-se um influente gestor em Wall Street. A série aborda assuntos como mercado financeiro, finanças, poder e política. Isso tudo com uma mistura de drama, ação e suspense.

#2 A Grande Aposta

Lançado em 2016, o filme se passa no ano de 2008, quando um guru de Wall Street nota que diversos empréstimos realizados para o mercado imobiliário estão em risco de inadimplência.

É nesse momento que quatro personagens do filme apostam contra o mercado aplicando um bilhão de dólares dos investidores.

Com a transação, os quatro homens ganham uma fortuna se aproveitando do colapso econômico dos Estados Unidos. Para quem não lembra, 2008 foi o ano em que o mundo passou por uma forte crise econômica.

#3 Girlboss

A série, uma comédia, estreou em 2017 e tem como tema central o empreendedorismo. A protagonista, Sophia (Britt Robertson), é uma jovem rebelde e anarquista que se recusa a crescer.

A história é inspirada em um best-seller. Sophia, que está falida, se encontra em um negócio de venda de roupa online e consegue se tornar uma empreendedora de sucesso.

É nesse momento que se iniciam as dificuldades e de ser chefe de si mesma.

#4 Wall Street: o Dinheiro Nunca Dorme

O filme, que estreou no Brasil em 2010, conta a história de Gordon Gekko (Michael Douglas). Após cumprir uma pena por fazer uso de uma informação privilegiada, o protagonista está fora do mundo que um dia chegou a comandar.

Com o objetivo de reparar o relacionamento com a filha, Gekko forja uma aliança com seu noivo, Jake.

Apesar de considerar Gordon uma figura paterna, Jake descobre que o ex-investidor ainda é um mestre das manipulações e nada o impedirá de alcançar seus objetivos.

#5 Mad Men

A história se passa em 1960 e retrata a rotina de uma grande agência publicitária. A série mostra como é a vida do diretor de criação da agência, Don Draper (Jon Hamm).

Durante os episódios são apontadas algumas lições sobre marketing para empreendedores.

Além de mostrar como as pessoas podem inovar e criar oportunidades nos negócios. A história também mostra as ambições, frustrações e disputa de poder dos personagens da série.

#6 A negociação

Robert Miller (Richard Gere) se envolve em um acidente automobilístico, às vésperas de vender sua empresa milionária, que acaba ocasionando a morte de uma pessoa.

Porém, para manter a imagem que construiu, ele esconde a responsabilidade que tem no caso assim como algumas fraudes que cometeu.

Mas, um investigador está disposto a descobrir o verdadeiro culpado, sabotando todos os planos de Robert.

#7 Suits

A série conta a história de Mike Ross (Patrick J. Adams), que abandonou a faculdade de Direito. Porém, mesmo assim, ele consegue uma entrevista com um dos melhores advogados de Manhattan, Harvey Specter (Gabriel Macht).

Mesmo sendo um advogado competente, Harvey aprende a ver os clientes de outra maneira. A série mostra a rotina de um grande escritório de advocacia, dando lições de liderança, negociação e trabalho em equipe.

#8 Trabalho interno

Lançado em 2010, o filme mostra a crise econômica mundial ocorrida em 2008. Matt Damon desponta em uma análise detalhada sobre os elementos que ocasionaram o colapso da crise.

Além de identificar as peças-chave do mundo financeiro e político. No filme é possível conhecer a história dos mercados financeiros dos Estados Unidos, China e Islândia, entre outros países.

#9 Narcos

A série se passa no final da década de 1970, quando Pablo Escobar (Wagner Moura) não é considerado mais apenas um traficante.

Nessa série, os aprendizados devem ser vistos de forma metafórica. Isso porque ela mostra as consequências psicológicas de ter um empreendimento de crescimento exponencial e arriscado.

#10 Salvando o capitalismo

Salvando o capitalismo foge um pouco do conceito de série ou filme, mas também é uma excelente opção. Esse é um documentário sobre a história, trajetória e o ponto de vista de Robert Reich.

Reich é professor de Políticas Públicas e ex-secretário do trabalho dos Estados Unidos, na gestão Clinton. Ela aborda como o país está trabalhando as questões sociais.

A história é exposta por meio de palestras no país, propondo ideias sobre o capitalismo e desigualdade financeira. Ela demonstra a forte ligação entre a política e a iniciativa privada.

#11 The China Hustle

O The China Hustle é mais um da série de documentários disponíveis na Netflix, produzido bem recentemente, em 2018. É mais um que usou como referência as discussões acerca do mercado de ações dos Estados Unidos.

É um documentário com 1h24 de duração que consegue mostrar como aconteceu a queda das operações da bolsa em 2008, que afundou por manobras financeiras.

Especialistas recomendam esse documentário para que investidores iniciantes consigam enxergar o mercado com uma visão mais racional e precisa.

#12 Margin Call

O filme ‘Margin Call: o dia antes do fim’ é mais uma produção que fala sobre a crise de 2008, contando a história de um analista de um banco de investimentos.

Na narrativa, ele descobre informações que de certa forma podem acabar com a empresa. Ela praticamente mostra as últimas 24 horas de um banco que está prestes a quebrar.

O filme retrata como lidar com as mais diversas situações no meio de uma crise, de diferentes personalidades e funções. Com dados sigilosos, é preciso saber o que fazer. Ele mostra o quanto estar bem informado é bom para os negócios.

Margin Call chegou a ganhar o Oscar de melhor roteiro. E aí, gostou das indicações? O que está esperando para maratonar?

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Como lidar com o término de um namoro: 7 dicas para sobreviver ao fim de um relacionamento

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Declaração anual do MEI 2020: confira o passo a passo

A declaração anual do MEI, mais precisamente Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (DASN – SIMEI), é uma das obrigações e responsabilidades que devem ser apresentadas todo ano pelo cadastrado.

O processo, basicamente, consiste em declarar o faturamento bruto – valor total das vendas de mercadoria e prestação de serviços sem deduzir nenhuma despesa – do ano anterior.

Ela pode ser preenchida pelo próprio MEI, geralmente, até o dia 31 de maio de cada ano. Mas, este ano o prazo mudou.

Devido à pandemia do novo coronavírus, que afetou diversas áreas e setores da sociedade, o prazo para apresentar a Declaração foi prorrogado para o dia 30 de junho de 2020.

+ Crise do coronavírus: saiba como gerir as finanças do seu negócio

Como fazer a declaração e o que informar

A declaração anual do MEI é feita por meio do Portal do Empreendedor, assim como os demais procedimentos para Microempreendedores Individuais. Se realizada fora do prazo correto, será gerada uma multa.

Como já mencionado, o MEI deverá informar o total de sua receita bruta anual, auferida no ano anterior. Ou seja, tudo que foi apurado com a venda de mercadorias ou na prestação de serviços.

MEI
Confira o passo a passo para fazer a declaração anual do MEI

Isso vale tanto para aqueles serviços ou produtos que tiveram a emissão de nota fiscal, ou não. Como lembra o Sebrae, quando se trata de venda ou prestação de serviços para outra empresa o MEI é obrigado a emitir a nota.

Essas informações são prestadas para a Receita Federal. Para chegar ao valor certo a ser declarado basta somar todos os valores que estão no “Relatório Mensal de Receitas Brutas”, referente a cada mês.

“Isso facilitará muito na hora de fazer a Declaração Anual do Microempreendedor Individual. Lembre-se de informar se possui ou não empregado.”

+ Autônomo: 6 soluções para ganhar renda durante a pandemia

Veja o passo a passo para a declaração anual do MEI

Para ajudar os microempreendedores, FinanceOne elaborou um passo a passo completo de como fazer a declaração. Confira!

1º Passo

No Portal do Microempreendedor Individual selecione a opção “Faça a sua Declaração Anual de Faturamento”. E preencha o formulário que vai aparecer com CNPJ para fazer o login.

2º Passo

Na página seguinte, o MEI visualizará um novo campo com dois tipos de declarações: Original e Retificadora. Ele deve escolher a Original e, no espaço ao lado, selecionar a opção do ano anterior.

A declaração retificadora é uma opção apenas para substituir a original, caso esta tenha sido gerada com algum erro.

3º Passo

A próxima página haverá um novo formulário para preenchimento de dados referentes ao ano-calendário em questão. O MEI deve informar:

  • receita bruta total com atividades de comércio, indústria, transportes intermunicipais e interestaduais e fornecimento de refeições;
  • receita bruta total dos serviços prestados de qualquer natureza, exceto transportes intermunicipais e interestaduais; e
  • a receita bruta total.

É nesta página também que o MEI deve indicar se possui ou não algum empregado, bastando selecionar a opção correta no campo logo abaixo das declarações de faturamento.

Ao concluir a declaração anual, o sistema dará ao MEI a opção de imprimir o documento. É importante fazer isso e guardar o comprovante da declaração para apresentar quando necessário.

Algumas informações importantes sobre a DASN-SIMEI

Alguns órgãos licenciadores como Prefeitura, Polícia Civil, Secretaria de Fazenda e outros pedem o comprovante de entrega da Declaração Anual na renovação de licenças e alvarás. Por isso, é importante tê-los guardados, como lembra o Sebrae.

“E para o MEI que desejar abrir conta em banco através de seu CNPJ é bom saber que as instituições financeiras sempre solicitam comprovação de renda. A Declaração Anual do MEI serve como comprovante de imposto de renda da empresa.”

Mas atenção: não confunda a DASN-SIMEI com a Declaração Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física.

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Declaração anual do MEI 2020: confira o passo a passo

A declaração anual do MEI, mais precisamente Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (DASN – SIMEI), é uma das obrigações e responsabilidades que devem ser apresentadas todo ano pelo cadastrado.

O processo, basicamente, consiste em declarar o faturamento bruto – valor total das vendas de mercadoria e prestação de serviços sem deduzir nenhuma despesa – do ano anterior.

Ela pode ser preenchida pelo próprio MEI, geralmente, até o dia 31 de maio de cada ano. Mas, este ano o prazo mudou.

Devido à pandemia do novo coronavírus, que afetou diversas áreas e setores da sociedade, o prazo para apresentar a Declaração foi prorrogado para o dia 30 de junho de 2020.

+ Crise do coronavírus: saiba como gerir as finanças do seu negócio

Como fazer a declaração e o que informar

A declaração anual do MEI é feita por meio do Portal do Empreendedor, assim como os demais procedimentos para Microempreendedores Individuais. Se realizada fora do prazo correto, será gerada uma multa.

Como já mencionado, o MEI deverá informar o total de sua receita bruta anual, auferida no ano anterior. Ou seja, tudo que foi apurado com a venda de mercadorias ou na prestação de serviços.

MEI
Confira o passo a passo para fazer a declaração anual do MEI

Isso vale tanto para aqueles serviços ou produtos que tiveram a emissão de nota fiscal, ou não. Como lembra o Sebrae, quando se trata de venda ou prestação de serviços para outra empresa o MEI é obrigado a emitir a nota.

Essas informações são prestadas para a Receita Federal. Para chegar ao valor certo a ser declarado basta somar todos os valores que estão no “Relatório Mensal de Receitas Brutas”, referente a cada mês.

“Isso facilitará muito na hora de fazer a Declaração Anual do Microempreendedor Individual. Lembre-se de informar se possui ou não empregado.”

+ Autônomo: 6 soluções para ganhar renda durante a pandemia

Veja o passo a passo para a declaração anual do MEI

Para ajudar os microempreendedores, FinanceOne elaborou um passo a passo completo de como fazer a declaração. Confira!

1º Passo

No Portal do Microempreendedor Individual selecione a opção “Faça a sua Declaração Anual de Faturamento”. E preencha o formulário que vai aparecer com CNPJ para fazer o login.

2º Passo

Na página seguinte, o MEI visualizará um novo campo com dois tipos de declarações: Original e Retificadora. Ele deve escolher a Original e, no espaço ao lado, selecionar a opção do ano anterior.

A declaração retificadora é uma opção apenas para substituir a original, caso esta tenha sido gerada com algum erro.

3º Passo

A próxima página haverá um novo formulário para preenchimento de dados referentes ao ano-calendário em questão. O MEI deve informar:

  • receita bruta total com atividades de comércio, indústria, transportes intermunicipais e interestaduais e fornecimento de refeições;
  • receita bruta total dos serviços prestados de qualquer natureza, exceto transportes intermunicipais e interestaduais; e
  • a receita bruta total.

É nesta página também que o MEI deve indicar se possui ou não algum empregado, bastando selecionar a opção correta no campo logo abaixo das declarações de faturamento.

Ao concluir a declaração anual, o sistema dará ao MEI a opção de imprimir o documento. É importante fazer isso e guardar o comprovante da declaração para apresentar quando necessário.

Algumas informações importantes sobre a DASN-SIMEI

Alguns órgãos licenciadores como Prefeitura, Polícia Civil, Secretaria de Fazenda e outros pedem o comprovante de entrega da Declaração Anual na renovação de licenças e alvarás. Por isso, é importante tê-los guardados, como lembra o Sebrae.

“E para o MEI que desejar abrir conta em banco através de seu CNPJ é bom saber que as instituições financeiras sempre solicitam comprovação de renda. A Declaração Anual do MEI serve como comprovante de imposto de renda da empresa.”

Mas atenção: não confunda a DASN-SIMEI com a Declaração Anual do Imposto de Renda da Pessoa Física.

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