quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Entenda o sucesso por trás do mercado de e-sports

O e-sports experimentou um crescimento exponencial e hoje já é um mercado de bilhões de reais

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Compare cartões sem anuidade de fintechs e bancos

Você já deu conta do valor que gasta com a anuidade do seu cartão de crédito?

Mesmo que os recursos oferecidos por eles tragam comodidade, conseguir se livrar dessa taxa pode ser um bom negócio.

Hoje, muitos bancos oferecem cartões de crédito diferenciados, e que atendem a diferentes tipos de clientes. Os que não têm anuidade, por exemplo, são os mais populares.

E é exatamente por isso que tem aumentando o número de clientes que procuram pela opção de cartões sem anuidade.

O que antes era exclusivo, atualmente está mais comum e acessível para todos.

Pensando nisso, elaboramos uma lista comparando cartões sem anuidade entre fintechs e bancos. Continue a leitura para saber mais!

+ Saiba quais são as melhores fintechs brasileiras

Cartão sem anuidade Nubank

Com certeza você já ouviu falar alguma vez sobre o Nubank, certo? Quando falamos em cartão sem anuidade, o roxinho está entre os mais procurados.

O cartão pode ser utilizado para pagamentos nacionais e internacionais. Além disso, o controle de gastos é feito diretamente no aplicativo.

Com bandeira Mastecard, o cartão possui conta digital vinculada. Não há, porém, cartões adicionais.

Para ajudar no planejamento, é possível antecipar o pagamento da fatura, liberando o limite para realizar uma compra importante. A taxa de juros rotativo é de 2,75% a 14% ao mês.

Cartão sem anuidade Banco Original

Quem deseja ter um cartão sem anuidade, mas associada uma conta bancária 100% digital pode encontrar essa opção também no Banco Original.

O cartão do Banco Original também é aceito no exterior e permite acompanhar as movimentações em tempo real pelo aplicativo. A bandeira é Mastercard e seus titulares participam de programa de recompensas.

Além disso, oferece programa pontos em formato de cashback, no qual parte das compras volta em dinheiro no cartão.

+ O que é e como funciona o cashback? Veja exemplos!

cartões sem anuidade
Compare os cartões sem anuidade de fintechs e bancos

Cartão sem anuidade Neon

Outro banco digital que oferta cartões sem anuidade é o Neon. O cartão é da bandeira Visa e associado à conta corrente que o cliente precisa ter na plataforma. Isso, inclusive, permite colocar o pagamento em débito automático.

Outro recurso interessante é o cartão virtual, recomendado para as compras online. Os juros rotativo é de 9,9% ao mês.

Cartão sem anuidade Credicard

A Credicard é uma empresa de soluções de pagamento do banco Itaú Unibanco. O cartão sem anuidade Credicard é da bandeira Mastercard. Não é possível veicular conta digital.

Mas o titular pode incluir mais três cartões adicionais, que também são gratuitos. Os juros rotativo é de 9,90% ao mês.

Recentemente, a empresa lançou o programa de recompensas, que oferece 1% do valor de todas as compras na forma de créditos na fatura.

Cartão sem anuidade Caixa Sim

A Caixa Econômica Federal também tem um cartão sem anuidade, chamado de cartão Caixa Sim. Ele pode ser emitido nas bandeiras Visa ou ELO.

Para solicitar o cartão, no entanto, precisa ser cliente do banco. O cartão Caixa Sim ainda não participa de nenhum programa de recompensas.

A taxa para parcelamento de fatura chega a 4,99% ao mês, enquanto os juros de crédito rotativo do cartão são de 8,99% ao mês.

Cartão sem anuidade Santander Free

Se a intenção é gastar, no mínimo, R$100 por mês no cartão, o Santander Free é uma boa opção. A partir desse valor na fatura, o banco isenta a taxa de anuidade.

No entanto, se o valor mínimo não for atingido, ela é cobrada.

Um dos principais benefícios do Santander Free é participar do Programa Esfera Santander, que dá acesso à rede de benefícios de um dos maiores bancos do país. 

Não é necessário ter uma conta corrente na instituição para realizar a solicitação do cartão. A taxa de juros rotativo é de 14,99% ao mês.

O que você achou deste texto sobre os cartões sem anuidade? Bom? Então compartilhe este texto nas suas redes sociais e ajude os seus amigos sobre o assunto.

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Compare cartões sem anuidade de fintechs e bancos

Você já deu conta do valor que gasta com a anuidade do seu cartão de crédito?

Mesmo que os recursos oferecidos por eles tragam comodidade, conseguir se livrar dessa taxa pode ser um bom negócio.

Hoje, muitos bancos oferecem cartões de crédito diferenciados, e que atendem a diferentes tipos de clientes. Os que não têm anuidade, por exemplo, são os mais populares.

E é exatamente por isso que tem aumentando o número de clientes que procuram pela opção de cartões sem anuidade.

O que antes era exclusivo, atualmente está mais comum e acessível para todos.

Pensando nisso, elaboramos uma lista comparando cartões sem anuidade entre fintechs e bancos. Continue a leitura para saber mais!

+ Saiba quais são as melhores fintechs brasileiras

Cartão sem anuidade Nubank

Com certeza você já ouviu falar alguma vez sobre o Nubank, certo? Quando falamos em cartão sem anuidade, o roxinho está entre os mais procurados.

O cartão pode ser utilizado para pagamentos nacionais e internacionais. Além disso, o controle de gastos é feito diretamente no aplicativo.

Com bandeira Mastecard, o cartão possui conta digital vinculada. Não há, porém, cartões adicionais.

Para ajudar no planejamento, é possível antecipar o pagamento da fatura, liberando o limite para realizar uma compra importante. A taxa de juros rotativo é de 2,75% a 14% ao mês.

Cartão sem anuidade Banco Original

Quem deseja ter um cartão sem anuidade, mas associada uma conta bancária 100% digital pode encontrar essa opção também no Banco Original.

O cartão do Banco Original também é aceito no exterior e permite acompanhar as movimentações em tempo real pelo aplicativo. A bandeira é Mastercard e seus titulares participam de programa de recompensas.

Além disso, oferece programa pontos em formato de cashback, no qual parte das compras volta em dinheiro no cartão.

+ O que é e como funciona o cashback? Veja exemplos!

cartões sem anuidade
Compare os cartões sem anuidade de fintechs e bancos

Cartão sem anuidade Neon

Outro banco digital que oferta cartões sem anuidade é o Neon. O cartão é da bandeira Visa e associado à conta corrente que o cliente precisa ter na plataforma. Isso, inclusive, permite colocar o pagamento em débito automático.

Outro recurso interessante é o cartão virtual, recomendado para as compras online. Os juros rotativo é de 9,9% ao mês.

Cartão sem anuidade Credicard

A Credicard é uma empresa de soluções de pagamento do banco Itaú Unibanco. O cartão sem anuidade Credicard é da bandeira Mastercard. Não é possível veicular conta digital.

Mas o titular pode incluir mais três cartões adicionais, que também são gratuitos. Os juros rotativo é de 9,90% ao mês.

Recentemente, a empresa lançou o programa de recompensas, que oferece 1% do valor de todas as compras na forma de créditos na fatura.

Cartão sem anuidade Caixa Sim

A Caixa Econômica Federal também tem um cartão sem anuidade, chamado de cartão Caixa Sim. Ele pode ser emitido nas bandeiras Visa ou ELO.

Para solicitar o cartão, no entanto, precisa ser cliente do banco. O cartão Caixa Sim ainda não participa de nenhum programa de recompensas.

A taxa para parcelamento de fatura chega a 4,99% ao mês, enquanto os juros de crédito rotativo do cartão são de 8,99% ao mês.

Cartão sem anuidade Santander Free

Se a intenção é gastar, no mínimo, R$100 por mês no cartão, o Santander Free é uma boa opção. A partir desse valor na fatura, o banco isenta a taxa de anuidade.

No entanto, se o valor mínimo não for atingido, ela é cobrada.

Um dos principais benefícios do Santander Free é participar do Programa Esfera Santander, que dá acesso à rede de benefícios de um dos maiores bancos do país. 

Não é necessário ter uma conta corrente na instituição para realizar a solicitação do cartão. A taxa de juros rotativo é de 14,99% ao mês.

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Como se organizar financeiramente para viajar? Confira 5 dicas!

Fazer a viagem dos sonhos é meta para muitos brasileiros, porém em tempos de dólar em alta e a economia do país tentando se recuperar, viajar parece uma missão impossível. Mas saiba que não é, basta você se organizar para viajar com um bom planejamento financeiro.

Ter disciplina é indispensável para que você possa fazer a sua viagem dos sonhos. Isso porque se organizar para viajar deve ser visto como uma meta financeira a ser atingida. 

O que irá acarretar, consequentemente, em algumas mudanças de hábitos e um esforço. Mas como se organizar financeiramente para viajar? Existem diversas formas, uma delas é economizando dinheiro e cortando alguns gastos.

Se você quer mesmo se organizar para viajar, mas ainda não sabe por onde começar, saiba que não é o único.

Por isso, o FinanceOne traz uma lista cheia de dicas para te ajudar a se planejar.

1) Crie metas para os seus gastos

Antes de criar metas é preciso que você controle os seus gastos diários e mensais. Para isso pode utilizar aplicativos financeiros ou planilhas.

Dessa forma, será possível identificar onde você está gastando mais para depois começar a equilibrar as finanças.

Após entender os seus gastos e os da sua família, você pode utilizar a regra dos 50%, 15% e 35%. Confira abaixo como funciona:

-> 50% da renda para gastos essenciais: separe metade da renda para os gastos do dia a dia, como por exemplo, moradia, transporte, educação e alimentação;

-> 15% da renda para quitar dívidas ou investir: caso você tenha dívidas, use 15% da sua renda para quitar tudo o que deve. Caso não, pode utilizar esse dinheiro para investir;

-> 35% para estilo de vida: nessa parte você pode incluir os gastos que estão relacionados com o lazer, como por exemplo, compras, salão de beleza, academia e viagens.

2) Entenda os custos escondidos da sua viagem

Você já escolheu o destino da sua viagem? Então já começou a se organizar para viajar e, já é possível identificar os principais aspectos da viagem para saber quanto será necessário desembolsar para o passeio.

Para destinos internacionais, será preciso verificar se existe a necessidade de visto, o que irá acarretar em mais gastos. Para entrar em solo americano, os brasileiros precisam do visto.

E para emitir o documento é necessário pagar uma taxa no valor U$160, que com o dólar custando aproximadamente R$5,63, sai por R$900.

Outra despesa que deve ser checada é o câmbio. Isso porque ele pode fazer o custo da viagem aumentar ou diminuir muito.

Em relação ao real, o dólar tende a ser mais em conta que o euro ou a libra, principais moedas usadas na Europa.

3) Acabe com as suas dívidas

Conquistar a independência financeira pode ser o sonho de muitos jovens, mas ela pode também ser um perigo para quem não tem o famoso autocontrole. Por isso, cuidado com as famosas dívidas acumuladas.

Ter dívidas acumuladas é comum no cenário atual e você não pode é deixar com que elas virem a famosa bola de neve. E esse fator também é crucial no planejamento de quem pretende se organizar financeiramente para viajar.

Dicas de planejamento financeiro para quem é autônomo
Ter um planejamento financeiro é fundamental para começar a se organizar para viajar

É muito importante acabar com essas dívidas para que você consiga viajar e não estar com a preocupação da conta no vermelho. Fora que imprevistos sempre acontecem e você pode correr o risco de ficar na mão quando menos esperar.

Hoje em dia, por exemplo, é muito fácil consultar CPF e nome sujo no SPC e você pode ter um controle maior de como está a situação do seu nome.

Ter a vida financeira em ordem é fundamental, principalmente para o pós-viagem, quando surgem ainda mais dívidas.

E pensa como deve ser maravilhoso voltar de uma viagem sabendo que terá apenas os gastos que fez nela, ou se tiver comprado tudo à vista não terá nenhuma pendência acumulada. Maravilhoso, né? Então comece se organizando para quitar as suas dívidas.

4) Diminua os gastos da sua casa

Outra forma de começar a se organizar financeiramente para viajar é contendo alguns gastos dentro de casa que podem ser reduzidos ou eliminados.

Isso pode parecer besteira, mas já dá um bom alívio nas contas do mês e você consegue margem para se planejar melhor.

Alguns gastos que podem ser eliminados, reduzidos ou adaptados são de internet, TV por assinatura, consumos de aplicativo de comida e delivery. Além de economizar na energia elétrica para pagar menos na conta de luz.

5) Compre apenas o essencial

Organizar as dívidas envolve todas as suas principais despesas, até mesmo aquelas que parecem desnecessárias, mas você sempre insiste em fazer por satisfação.

O famoso “eu trabalho para isso” às vezes pode atrapalhar o seu planejamento.

Que tal sempre antes de comprar dar aquele estalo na mente e pensar “eu realmente preciso disso agora, neste momento, ou posso esperar para comprar depois?”.

Se a resposta foi favorável a esperar, não compre para que essa seja mais uma dívida. Reduza os custos comprando apenas o necessário.

Gostou dessas dicas práticas e necessárias para você conseguir se organizar financeiramente para viajar? Se elas te ajudaram, salve este link para ler depois e compartilhe com os amigos nas redes sociais.

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Como se organizar financeiramente para viajar? Confira 5 dicas!

Fazer a viagem dos sonhos é meta para muitos brasileiros, porém em tempos de dólar em alta e a economia do país tentando se recuperar, viajar parece uma missão impossível. Mas saiba que não é, basta você se organizar para viajar com um bom planejamento financeiro.

Ter disciplina é indispensável para que você possa fazer a sua viagem dos sonhos. Isso porque se organizar para viajar deve ser visto como uma meta financeira a ser atingida. 

O que irá acarretar, consequentemente, em algumas mudanças de hábitos e um esforço. Mas como se organizar financeiramente para viajar? Existem diversas formas, uma delas é economizando dinheiro e cortando alguns gastos.

Se você quer mesmo se organizar para viajar, mas ainda não sabe por onde começar, saiba que não é o único.

Por isso, o FinanceOne traz uma lista cheia de dicas para te ajudar a se planejar.

1) Crie metas para os seus gastos

Antes de criar metas é preciso que você controle os seus gastos diários e mensais. Para isso pode utilizar aplicativos financeiros ou planilhas.

Dessa forma, será possível identificar onde você está gastando mais para depois começar a equilibrar as finanças.

Após entender os seus gastos e os da sua família, você pode utilizar a regra dos 50%, 15% e 35%. Confira abaixo como funciona:

-> 50% da renda para gastos essenciais: separe metade da renda para os gastos do dia a dia, como por exemplo, moradia, transporte, educação e alimentação;

-> 15% da renda para quitar dívidas ou investir: caso você tenha dívidas, use 15% da sua renda para quitar tudo o que deve. Caso não, pode utilizar esse dinheiro para investir;

-> 35% para estilo de vida: nessa parte você pode incluir os gastos que estão relacionados com o lazer, como por exemplo, compras, salão de beleza, academia e viagens.

2) Entenda os custos escondidos da sua viagem

Você já escolheu o destino da sua viagem? Então já começou a se organizar para viajar e, já é possível identificar os principais aspectos da viagem para saber quanto será necessário desembolsar para o passeio.

Para destinos internacionais, será preciso verificar se existe a necessidade de visto, o que irá acarretar em mais gastos. Para entrar em solo americano, os brasileiros precisam do visto.

E para emitir o documento é necessário pagar uma taxa no valor U$160, que com o dólar custando aproximadamente R$5,63, sai por R$900.

Outra despesa que deve ser checada é o câmbio. Isso porque ele pode fazer o custo da viagem aumentar ou diminuir muito.

Em relação ao real, o dólar tende a ser mais em conta que o euro ou a libra, principais moedas usadas na Europa.

3) Acabe com as suas dívidas

Conquistar a independência financeira pode ser o sonho de muitos jovens, mas ela pode também ser um perigo para quem não tem o famoso autocontrole. Por isso, cuidado com as famosas dívidas acumuladas.

Ter dívidas acumuladas é comum no cenário atual e você não pode é deixar com que elas virem a famosa bola de neve. E esse fator também é crucial no planejamento de quem pretende se organizar financeiramente para viajar.

Dicas de planejamento financeiro para quem é autônomo
Ter um planejamento financeiro é fundamental para começar a se organizar para viajar

É muito importante acabar com essas dívidas para que você consiga viajar e não estar com a preocupação da conta no vermelho. Fora que imprevistos sempre acontecem e você pode correr o risco de ficar na mão quando menos esperar.

Hoje em dia, por exemplo, é muito fácil consultar CPF e nome sujo no SPC e você pode ter um controle maior de como está a situação do seu nome.

Ter a vida financeira em ordem é fundamental, principalmente para o pós-viagem, quando surgem ainda mais dívidas.

E pensa como deve ser maravilhoso voltar de uma viagem sabendo que terá apenas os gastos que fez nela, ou se tiver comprado tudo à vista não terá nenhuma pendência acumulada. Maravilhoso, né? Então comece se organizando para quitar as suas dívidas.

4) Diminua os gastos da sua casa

Outra forma de começar a se organizar financeiramente para viajar é contendo alguns gastos dentro de casa que podem ser reduzidos ou eliminados.

Isso pode parecer besteira, mas já dá um bom alívio nas contas do mês e você consegue margem para se planejar melhor.

Alguns gastos que podem ser eliminados, reduzidos ou adaptados são de internet, TV por assinatura, consumos de aplicativo de comida e delivery. Além de economizar na energia elétrica para pagar menos na conta de luz.

5) Compre apenas o essencial

Organizar as dívidas envolve todas as suas principais despesas, até mesmo aquelas que parecem desnecessárias, mas você sempre insiste em fazer por satisfação.

O famoso “eu trabalho para isso” às vezes pode atrapalhar o seu planejamento.

Que tal sempre antes de comprar dar aquele estalo na mente e pensar “eu realmente preciso disso agora, neste momento, ou posso esperar para comprar depois?”.

Se a resposta foi favorável a esperar, não compre para que essa seja mais uma dívida. Reduza os custos comprando apenas o necessário.

Gostou dessas dicas práticas e necessárias para você conseguir se organizar financeiramente para viajar? Se elas te ajudaram, salve este link para ler depois e compartilhe com os amigos nas redes sociais.

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Como escolher uma exchange para compra de moedas digitais?

Antes de escolher uma exchange para compra de moedas digitais, você tem que saber o que é essa plataforma. Essas corretoras facilitam a compra, venda e troca de moedas digitais e tokens.

Mas você deve se perguntar: mas não tem como fazer isso diretamente de outra pessoa? Sim, é possível, entretanto, você tem que ter confiança no vendedor, em especial quando o envio do valor em moeda fiduciária ou outro criptoativo é feito antecipadamente.

Para evitar riscos, surgiu a figura das exchanges para compra de moedas. Elas copiaram o modelo das corretoras tradicionais, cobrando taxas em troca deste serviço de intermediação e liquidação.

Além dos impostos, há todo um custo jurídico e legal para manter a estrutura necessária para operar de forma idônea, respeitando a legislação vigente.

Os tipos de exchanges de criptomoedas

O termo exchange para compra de moedas pode ser dividido em três opções. São elas:

1 – Corretores

Corretores de criptomoedas muitas vezes oferecem a maneira mais simples e conveniente de comprar moedas digitais. O problema é o custo.

Afinal, você não pagará apenas um preço maior que o de mercado por suas criptomoedas, mas também terá que pagar tarifas de transação.

2 – Plataforma de negociação

As plataformas conectam compradores de criptomoedas com vendedores e cobram uma tarifa para facilitar cada transação. Nelas, você pode negociar criptomoedas à taxa de mercado atual ou à um limite especificado.

Aliado a isso, o modelo tende a fornecer acesso a uma gama mais diversificada de moedas do que corretores. Além disso, frequentemente disponibilizam gráficos para ajudá-lo a planejar suas negociações.

3 – Exchanges Peer-to-peer (P2P)

Essas plataformas permitem a troca direta (P2P) entre pessoas em todo o mundo. A exchange age somente como uma intermediária, com o vendedor capaz de definir seu próprio preço e métodos de pagamento aceitos.

Como escolher uma exchange para compra de moedas digitais?

O primeiro passo para escolher uma exchange para compra de moedas digitais é pesquisar sua reputação

O primeiro passo para escolher uma exchange para compra de moedas digitais é pesquisar sua reputação, tempo de atividade e quadro de funcionários. Outro passo importante é verificar a liquidez, o volume negociado nos principais ativos.

No entanto, é muito comum o cliente inexperiente optar por exchanges com menores taxas. Ele se esquecendo de levar em conta que durante momentos de grandes oscilações, a cotação nestas exchanges tende a ficar muito distante das líderes.

Por fim, lembre-se de verificar com atenção taxas, além de limites para depósitos, saques e transferências. Muitas das vezes, essas informações ficam disponíveis no site da exchange.

Sem regulamentação oficial

Um dos problemas desse tipo de investimento é que as corretoras de criptomoedas não são regulamentadas no Brasil.

Como o Bitcoin é classificado como uma mercadoria, ou commodity, e não como ativo financeiro ou ativo do mercado de capitais. Ou seja, nem o Banco Central (BC) e nem a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) fiscalizam as exchanges.

Só recentemente essas empresas receberam alguma fiscalização, por parte da Receita Federal, que a partir de agosto passou a exigir informações sobre as operações com criptomoedas.

Onde comprar criptomoedas de forma segura?

É possível encontrar várias empresas que fazem essa intermediação de compra e venda de criptomoedas. Portanto, preparamos uma lista contemplando as exchanges para compra de moedas mais conhecidas. São elas:

  • Foxbit;
  • Brasil Bitcoin ;
  • BitcoinTrade;
  • Mercado Bitcoin;
  • Bitpreço.

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Como escolher uma exchange para compra de moedas digitais?

Antes de escolher uma exchange para compra de moedas digitais, você tem que saber o que é essa plataforma. Essas corretoras facilitam a compra, venda e troca de moedas digitais e tokens.

Mas você deve se perguntar: mas não tem como fazer isso diretamente de outra pessoa? Sim, é possível, entretanto, você tem que ter confiança no vendedor, em especial quando o envio do valor em moeda fiduciária ou outro criptoativo é feito antecipadamente.

Para evitar riscos, surgiu a figura das exchanges para compra de moedas. Elas copiaram o modelo das corretoras tradicionais, cobrando taxas em troca deste serviço de intermediação e liquidação.

Além dos impostos, há todo um custo jurídico e legal para manter a estrutura necessária para operar de forma idônea, respeitando a legislação vigente.

Os tipos de exchanges de criptomoedas

O termo exchange para compra de moedas pode ser dividido em três opções. São elas:

1 – Corretores

Corretores de criptomoedas muitas vezes oferecem a maneira mais simples e conveniente de comprar moedas digitais. O problema é o custo.

Afinal, você não pagará apenas um preço maior que o de mercado por suas criptomoedas, mas também terá que pagar tarifas de transação.

2 – Plataforma de negociação

As plataformas conectam compradores de criptomoedas com vendedores e cobram uma tarifa para facilitar cada transação. Nelas, você pode negociar criptomoedas à taxa de mercado atual ou à um limite especificado.

Aliado a isso, o modelo tende a fornecer acesso a uma gama mais diversificada de moedas do que corretores. Além disso, frequentemente disponibilizam gráficos para ajudá-lo a planejar suas negociações.

3 – Exchanges Peer-to-peer (P2P)

Essas plataformas permitem a troca direta (P2P) entre pessoas em todo o mundo. A exchange age somente como uma intermediária, com o vendedor capaz de definir seu próprio preço e métodos de pagamento aceitos.

Como escolher uma exchange para compra de moedas digitais?

O primeiro passo para escolher uma exchange para compra de moedas digitais é pesquisar sua reputação

O primeiro passo para escolher uma exchange para compra de moedas digitais é pesquisar sua reputação, tempo de atividade e quadro de funcionários. Outro passo importante é verificar a liquidez, o volume negociado nos principais ativos.

No entanto, é muito comum o cliente inexperiente optar por exchanges com menores taxas. Ele se esquecendo de levar em conta que durante momentos de grandes oscilações, a cotação nestas exchanges tende a ficar muito distante das líderes.

Por fim, lembre-se de verificar com atenção taxas, além de limites para depósitos, saques e transferências. Muitas das vezes, essas informações ficam disponíveis no site da exchange.

Sem regulamentação oficial

Um dos problemas desse tipo de investimento é que as corretoras de criptomoedas não são regulamentadas no Brasil.

Como o Bitcoin é classificado como uma mercadoria, ou commodity, e não como ativo financeiro ou ativo do mercado de capitais. Ou seja, nem o Banco Central (BC) e nem a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) fiscalizam as exchanges.

Só recentemente essas empresas receberam alguma fiscalização, por parte da Receita Federal, que a partir de agosto passou a exigir informações sobre as operações com criptomoedas.

Onde comprar criptomoedas de forma segura?

É possível encontrar várias empresas que fazem essa intermediação de compra e venda de criptomoedas. Portanto, preparamos uma lista contemplando as exchanges para compra de moedas mais conhecidas. São elas:

  • Foxbit;
  • Brasil Bitcoin ;
  • BitcoinTrade;
  • Mercado Bitcoin;
  • Bitpreço.

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FGTS é igual PIS? Entenda as diferenças

É bem provável que você já tenha escutado falar em FGTS e PIS, mas será que existem diferença entre eles? Algumas pessoas acham que o FGTS é igual PIS, mas será que é isso mesmo?

Essa dúvida é bem comum entre os trabalhadores. Mas para acabar com isso, a única forma é se informando. Por isso, é tão importante saber o que é cada benefício e quem tem direito a cada um.

Antes de falar se o FGTS é igual PIS, é preciso ressaltar que, neste ano, o trabalhador brasileiro poderá realizar quatro tipos de saques diferentes nos programas do Governo Federal. Sendo dois pagamentos relacionados ao PIS e dois relacionados ao FGTS.

E se você acha que o FGTS é igual PIS, saiba que está enganado. Cada um deles é um tipo de programa do Governo Federal, com diferença em data de pagamento e valores. 

FGTS é igual PIS? Veja a diferença entre eles!

Para você entender a diferença e ver que FGTS não é igual ao PIS, é preciso conhecer cada um deles. Confira abaixo!

FGTS

Para quem não sabe, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) tem como objetivo principal proteger o trabalhador que foi demitido sem justa causa. Por isso, no início de cada mês os empregadores depositam, em contas abertas na Caixa em nome do trabalhador, o valor correspondente a 8% do salário do empregado.

É importante frisar que o trabalhador pode sacar o saldo do FGTS em algumas situações. Como por exemplo, em caso de demissão sem justa causa, para financiar ou quitar um imóvel. Também pode sacar em caso de acordo com a empresa, porém um percentual menor.

Mas neste ano, existem duas modalidades de saque do FGTS, são eles: saque imediato (emergencial) e saque-aniversário. Confira a diferença de cada um deles:

-> Saque imediato (emergencial) do FGTS

Devido a pandemia, o Governo Federal liberou mais um saque emergencial do FGTS. Sendo assim, quem tem conta ativa ou inativa pode sacar um valor de até R$1.045.

Vale ressaltar que ele não tem nenhuma relação com o saque-aniversário. O saque imediato emergencial já está acontecendo e os trabalhadores podem consultar por meio do aplicativo da CaixaTem.

-> Saque aniversário do FGTS

O saque-aniversário é uma modalidade nova, ela foi anunciada no ano de 2019. Para esse tipo de saque, o trabalhador deve realizar a adesão, pelo aplicativo ou na agência.

E quem realiza a adesão do saque-aniversário tem direito de sacar uma porcentagem do valor do FGTS uma vez por ano. Mas vale ressaltar que o trabalhador que adere a esse tipo de saque perde o direito de sacar o saldo total quando é desligado da empresa.

Sendo assim, o trabalhador irá receber somente a multa de 40%. Por isso, esse tipo de saque não é considerado vantajoso para os brasileiros.

Programa de Integração Social – PIS

O Programa de Integração Social (PIS) para muitos é apenas um número que fica ali impregnado na carteira de trabalho. Mas, não apenas isso.

Ele permite que o empregado da iniciativa privada tenha acesso aos benefícios que são determinados por lei. Além disso, serve de colaboração para o desenvolvimento das empresas do mesmo setor.

7 dicas para economizar dinheiro no dia a dia
FGTS não é igual ao PIS, ambos são programas do Governo Federal

O pagamento do PIS também é de responsabilidade da Caixa Econômica Federal. Em paralelo à criação do PIS, surgiu o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP).

A partir daí, União, Estados, Municípios, Distrito Federal e territórios contribuem com o fundo destinado aos empregados do setor público. Agora, o pagamento do PASEP é feito pelo Banco do Brasil.​ Mas, você sabia que existe o Fundo PIS-PASEP?

Ele é resultante da unificação dos fundos. Há mais de 30 anos que o PASEP não conta com arrecadação de contas individuais.

A Caixa informa que os valores depositados referentes ao PIS que é distribuído aos empregados cadastrados ficam disponíveis para saque assim que é iniciado o calendário de abono salarial e de rendimentos. 

Independentemente do mês ou valor, os motivos que possibilitam o saque do PIS são:

  • Todos os beneficiários, de acordo com a Lei 13.932/2019;
  • Aposentadoria;
  • Idade igual ou superior a 60 anos;
  • Invalidez (do participante ou dependente);
  • Transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar);
  • Idoso e/ou portador de deficiência alcançado pelo Benefício da Prestação Continuada;
  • Neoplasia Maligna – Câncer – (participante ou dependente);
  • SIDA/AIDS (do participante ou dependente);
  • Doenças listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS 2.998/2001 (participante ou dependente);
  • Morte do participante (situação em que o saldo da conta será pago aos dependentes ou sucessores do titular).
  • Os eventos 27 – Construção/Reforma Moradia e 43 – Casamento, que também permitiam o saque das Cotas, foram extintos a partir da Lei Complementar nº 26/1975 e da Constituição de 1988, respectivamente.

A Caixa informa, ainda, que se comprovados qualquer um dos requisitos acima o PIS pode ser pago a qualquer tempo, exceto em motivos de idade, que se respeita o calendário sempre divulgado posteriormente.

Gostou dessas informações? Agora que você já sabe a diferença entre FGTS e PIS, que tal conhecer mais sobre os golpes aplicados por pessoas maliciosas e como não cair neles? E não deixe de compartilhar esse conteúdo nas redes sociais para que mais pessoas tenham acesso.

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FGTS é igual PIS? Entenda as diferenças

É bem provável que você já tenha escutado falar em FGTS e PIS, mas será que existem diferença entre eles? Algumas pessoas acham que o FGTS é igual PIS, mas será que é isso mesmo?

Essa dúvida é bem comum entre os trabalhadores. Mas para acabar com isso, a única forma é se informando. Por isso, é tão importante saber o que é cada benefício e quem tem direito a cada um.

Antes de falar se o FGTS é igual PIS, é preciso ressaltar que, neste ano, o trabalhador brasileiro poderá realizar quatro tipos de saques diferentes nos programas do Governo Federal. Sendo dois pagamentos relacionados ao PIS e dois relacionados ao FGTS.

E se você acha que o FGTS é igual PIS, saiba que está enganado. Cada um deles é um tipo de programa do Governo Federal, com diferença em data de pagamento e valores. 

FGTS é igual PIS? Veja a diferença entre eles!

Para você entender a diferença e ver que FGTS não é igual ao PIS, é preciso conhecer cada um deles. Confira abaixo!

FGTS

Para quem não sabe, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) tem como objetivo principal proteger o trabalhador que foi demitido sem justa causa. Por isso, no início de cada mês os empregadores depositam, em contas abertas na Caixa em nome do trabalhador, o valor correspondente a 8% do salário do empregado.

É importante frisar que o trabalhador pode sacar o saldo do FGTS em algumas situações. Como por exemplo, em caso de demissão sem justa causa, para financiar ou quitar um imóvel. Também pode sacar em caso de acordo com a empresa, porém um percentual menor.

Mas neste ano, existem duas modalidades de saque do FGTS, são eles: saque imediato (emergencial) e saque-aniversário. Confira a diferença de cada um deles:

-> Saque imediato (emergencial) do FGTS

Devido a pandemia, o Governo Federal liberou mais um saque emergencial do FGTS. Sendo assim, quem tem conta ativa ou inativa pode sacar um valor de até R$1.045.

Vale ressaltar que ele não tem nenhuma relação com o saque-aniversário. O saque imediato emergencial já está acontecendo e os trabalhadores podem consultar por meio do aplicativo da CaixaTem.

-> Saque aniversário do FGTS

O saque-aniversário é uma modalidade nova, ela foi anunciada no ano de 2019. Para esse tipo de saque, o trabalhador deve realizar a adesão, pelo aplicativo ou na agência.

E quem realiza a adesão do saque-aniversário tem direito de sacar uma porcentagem do valor do FGTS uma vez por ano. Mas vale ressaltar que o trabalhador que adere a esse tipo de saque perde o direito de sacar o saldo total quando é desligado da empresa.

Sendo assim, o trabalhador irá receber somente a multa de 40%. Por isso, esse tipo de saque não é considerado vantajoso para os brasileiros.

Programa de Integração Social – PIS

O Programa de Integração Social (PIS) para muitos é apenas um número que fica ali impregnado na carteira de trabalho. Mas, não apenas isso.

Ele permite que o empregado da iniciativa privada tenha acesso aos benefícios que são determinados por lei. Além disso, serve de colaboração para o desenvolvimento das empresas do mesmo setor.

7 dicas para economizar dinheiro no dia a dia
FGTS não é igual ao PIS, ambos são programas do Governo Federal

O pagamento do PIS também é de responsabilidade da Caixa Econômica Federal. Em paralelo à criação do PIS, surgiu o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP).

A partir daí, União, Estados, Municípios, Distrito Federal e territórios contribuem com o fundo destinado aos empregados do setor público. Agora, o pagamento do PASEP é feito pelo Banco do Brasil.​ Mas, você sabia que existe o Fundo PIS-PASEP?

Ele é resultante da unificação dos fundos. Há mais de 30 anos que o PASEP não conta com arrecadação de contas individuais.

A Caixa informa que os valores depositados referentes ao PIS que é distribuído aos empregados cadastrados ficam disponíveis para saque assim que é iniciado o calendário de abono salarial e de rendimentos. 

Independentemente do mês ou valor, os motivos que possibilitam o saque do PIS são:

  • Todos os beneficiários, de acordo com a Lei 13.932/2019;
  • Aposentadoria;
  • Idade igual ou superior a 60 anos;
  • Invalidez (do participante ou dependente);
  • Transferência para reserva remunerada ou reforma (no caso de militar);
  • Idoso e/ou portador de deficiência alcançado pelo Benefício da Prestação Continuada;
  • Neoplasia Maligna – Câncer – (participante ou dependente);
  • SIDA/AIDS (do participante ou dependente);
  • Doenças listadas na Portaria Interministerial MPAS/MS 2.998/2001 (participante ou dependente);
  • Morte do participante (situação em que o saldo da conta será pago aos dependentes ou sucessores do titular).
  • Os eventos 27 – Construção/Reforma Moradia e 43 – Casamento, que também permitiam o saque das Cotas, foram extintos a partir da Lei Complementar nº 26/1975 e da Constituição de 1988, respectivamente.

A Caixa informa, ainda, que se comprovados qualquer um dos requisitos acima o PIS pode ser pago a qualquer tempo, exceto em motivos de idade, que se respeita o calendário sempre divulgado posteriormente.

Gostou dessas informações? Agora que você já sabe a diferença entre FGTS e PIS, que tal conhecer mais sobre os golpes aplicados por pessoas maliciosas e como não cair neles? E não deixe de compartilhar esse conteúdo nas redes sociais para que mais pessoas tenham acesso.

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Como escolher o melhor passe livre para pedágios? Veja 5 opções!

Você sabia que o Sistema de Identificação Automática de veículos foi criado com um objetivo diferente do passe livre para pedágios atual?

Sim, no início da década passada ele tinha como meta melhorar a fiscalização e o tráfego das metrópoles brasileiras.

Na prática, o projeto visava implementar um chip que criaria uma “placa eletrônica”. Ele enviaria informações sobre chassis, ano, modelo e placa, quando o veículo passasse por antenas instaladas nas vias.

O sistema iria identificar os veículos por radiofrequência, por meio do chip instalado no para-brisa. Exatamente o mesmo sistema usado no pagamento de pedágio eletrônico nas estradas.

A implantação do chip era para ter começado em janeiro de 2014 em todos os veículos do país. No entanto, como muitos projetos, ele não foi pra frente.

Sistema de Identificação Automática: como funciona hoje?

O Sistema de Identificação Automática facilita a vida do motorista no dia a dia do trânsito. Principalmente na economia de tempo.

Ele evita enfrentar filas enormes ou ficar caçando moedinhas para pagar os pedágios durante a viagem. Ou até mesmo em shoppings.

O funcionamento é simples: o cliente cola no para-brisa do carro um adesivo com uma tag eletrônica. Quando estiver perto do pedágio, uma cancela será aberta de forma automática em poucos segundos.

Só é permitido usar uma tag eletrônica por veículo, e se o adesivo for retirado, o chip é automaticamente destruído. Essa tecnologia apresenta uma curva ascendente . Hoje, o número de usuários que utiliza o serviço é de 5,8 milhões.

De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o sistema automático já corresponde por 57% dos pagamentos em pedágios das rodovias do estado.

Benefícios não se restringem às estradas

Todo o sucesso do Sistema de Identificação Automática dos cerca de 20 planos oferecidos pelas empresas tem uma explicação.

Eles oferecem benefícios como dispensa da taxa de adesão, descontos em estacionamentos, shoppings e abastecimento em postos de combustível.

Contudo, os benefícios não se restringem às estradas. O rol de parcerias também se estende a estabelecimentos comerciais dentro das cidades, inclusos shoppings.

Existem diversas opções de empresas que oferecem passe livre para pedágios

Além de muitos estacionamentos e postos de gasolina. E, mais recentemente, até lanchonetes de fast-food. Tudo para atrair também aquele consumidor que viaja pouco, mas que pode ter algumas regalias também no município onde mora.

No entanto a demanda deve aumentar. Afinal, a estimativa de crescimento também é impulsionada pelo plano do governo federal de transferir à iniciativa privada a operação de 16 mil km de rodovias até 2022.

A isso, somam-se iniciativas estaduais, como é o caso do estado de São Paulo, com a determinação de 5% de desconto no pedágio eletrônico às novas concessionárias.

Algumas empresas de pedágios expressos

1 – Sem Parar

A Sem Parar é uma das maiores empresa de Sistema de Identificação Automática do país. Segundo seu site, está presente “em todas as estradas pedagiadas do Brasil”.

Além de passar pelos postos de pedágio, os clientes da Sem Parar podem usar estacionamentos e abastecer em postos Shell.

Atualmente, a Sem Parar oferece dois planos cobertura nacional: Adesão Zero e Sem Parar Automático.

2 – ConectCar

Empresa pertencente à Companhia de Petróleo Ipiranga e ao Banco Itaú Unibanco, a ConectCar é a grande concorrente da Sem Parar.

Opera em todo o país e é aceito em praticamente as mesmas praças de pedágios que a Sem Parar.

3 – Move Mais

A Move Mais é menor que a Sem Parar e a ConectCar, mas vem buscando aumentar seu espaço no mercado.

O esquema é o mesmo de ConectCar e Sem Parar: o usuário comanda uma recarga, e é creditado o valor na conta, já descontando a taxa de serviço. A pessoa pode optar por recargas automáticas ou manuais. Existe ainda um plano para pessoas jurídicas.

4 – Veloe

Essa é uma a empresa de pedágio expresso da Alelo, que comanda também os cartões Elo, e o programa de pontos Livelo. A Alelo é controlada por Bradesco e Banco do Brasil.

A Veloe oferece quatro planos, sendo um voltado para empresas que desejam realizar o pagamento por cobrança de pedágio de funcionários.

O serviço oferece recarga automática, que detecta quando 70% do saldo foi utilizado para fazer uma recarga no valor definido pelo cliente quando assinou o plano.

5 – Green Pass

Outra empresa que está no mercado de passe livre de pedágio é a GreenPass. Ele é oferecido diretamente aos usuários através dos Bancos e Fintechs parceiras.

O serviço é personalizado pelo parceiro e opera de forma totalmente integrada com seus meios de pagamento. O Taggy não tem recargas. O dinheiro do usuário está sempre disponível para ele gastar como quiser.

Auto Expresso e Passe Expresso ainda são opções?

Se você viu essa lista de 5 opções muito provavelmente deve ter sentido falta de duas empresas muito conhecidas: Auto Expresso e Passe Expresso.

Por muito tempo elas foram duas que encaixavam como referência nesse ramo, mas, não estão mais em operação.

Existem diversos benefícios ter o passe livre

A Passe Expresso encerrou de fato suas atividades, enquanto que a Auto Expressão foi incorporada pela empresa Sem Parar.

Por incrível que pareça elas tinham características bem parecidas. Por exemplo, não chegaram a ter aplicativo e não havia inclusão de pagamento de combustível.

A Auto Expresso, no entanto, contava com 28 estacionamentos, enquanto que a sua concorrente apenas um. Ambas não tinham taxa de adesão.

Como escolher a melhor opção para seu perfil?

Os planos podem mudar de um dia para o outro. No entanto, as dicas para escolhê-los sempre serão as mesmas.

1 – Cobertura

O primeiro passo é avaliar quais operadoras funcionam melhor na sua região. Portanto, visite os sites das empresas e verifique como anda a atuação delas nas estradas que você mais utiliza.

2 – Preço

Definidas quais operadoras podem te atender, o próximo passo é encontrar a mais barata. Ou seja, em meio a tantos planos e preços, para descobrir qual é a melhor para você é preciso identificar seu perfil.

O principal fator: quanto você utiliza desses serviços mensalmente? Dependendo do valor consumido, pode compensar mais contratar um plano com ou sem mensalidade.

Essa notícia de ajudou? Você já conhecia essas opções de passe livre para pedágios? Encontre a melhor para o seu perfil. Ah, e não deixa de compartilhar esse conteúdo nas redes sociais para que mais pessoas possam ter acesso.

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Como escolher o melhor passe livre para pedágios? Veja 5 opções!

Você sabia que o Sistema de Identificação Automática de veículos foi criado com um objetivo diferente do passe livre para pedágios atual?

Sim, no início da década passada ele tinha como meta melhorar a fiscalização e o tráfego das metrópoles brasileiras.

Na prática, o projeto visava implementar um chip que criaria uma “placa eletrônica”. Ele enviaria informações sobre chassis, ano, modelo e placa, quando o veículo passasse por antenas instaladas nas vias.

O sistema iria identificar os veículos por radiofrequência, por meio do chip instalado no para-brisa. Exatamente o mesmo sistema usado no pagamento de pedágio eletrônico nas estradas.

A implantação do chip era para ter começado em janeiro de 2014 em todos os veículos do país. No entanto, como muitos projetos, ele não foi pra frente.

Sistema de Identificação Automática: como funciona hoje?

O Sistema de Identificação Automática facilita a vida do motorista no dia a dia do trânsito. Principalmente na economia de tempo.

Ele evita enfrentar filas enormes ou ficar caçando moedinhas para pagar os pedágios durante a viagem. Ou até mesmo em shoppings.

O funcionamento é simples: o cliente cola no para-brisa do carro um adesivo com uma tag eletrônica. Quando estiver perto do pedágio, uma cancela será aberta de forma automática em poucos segundos.

Só é permitido usar uma tag eletrônica por veículo, e se o adesivo for retirado, o chip é automaticamente destruído. Essa tecnologia apresenta uma curva ascendente . Hoje, o número de usuários que utiliza o serviço é de 5,8 milhões.

De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), o sistema automático já corresponde por 57% dos pagamentos em pedágios das rodovias do estado.

Benefícios não se restringem às estradas

Todo o sucesso do Sistema de Identificação Automática dos cerca de 20 planos oferecidos pelas empresas tem uma explicação.

Eles oferecem benefícios como dispensa da taxa de adesão, descontos em estacionamentos, shoppings e abastecimento em postos de combustível.

Contudo, os benefícios não se restringem às estradas. O rol de parcerias também se estende a estabelecimentos comerciais dentro das cidades, inclusos shoppings.

Existem diversas opções de empresas que oferecem passe livre para pedágios

Além de muitos estacionamentos e postos de gasolina. E, mais recentemente, até lanchonetes de fast-food. Tudo para atrair também aquele consumidor que viaja pouco, mas que pode ter algumas regalias também no município onde mora.

No entanto a demanda deve aumentar. Afinal, a estimativa de crescimento também é impulsionada pelo plano do governo federal de transferir à iniciativa privada a operação de 16 mil km de rodovias até 2022.

A isso, somam-se iniciativas estaduais, como é o caso do estado de São Paulo, com a determinação de 5% de desconto no pedágio eletrônico às novas concessionárias.

Algumas empresas de pedágios expressos

1 – Sem Parar

A Sem Parar é uma das maiores empresa de Sistema de Identificação Automática do país. Segundo seu site, está presente “em todas as estradas pedagiadas do Brasil”.

Além de passar pelos postos de pedágio, os clientes da Sem Parar podem usar estacionamentos e abastecer em postos Shell.

Atualmente, a Sem Parar oferece dois planos cobertura nacional: Adesão Zero e Sem Parar Automático.

2 – ConectCar

Empresa pertencente à Companhia de Petróleo Ipiranga e ao Banco Itaú Unibanco, a ConectCar é a grande concorrente da Sem Parar.

Opera em todo o país e é aceito em praticamente as mesmas praças de pedágios que a Sem Parar.

3 – Move Mais

A Move Mais é menor que a Sem Parar e a ConectCar, mas vem buscando aumentar seu espaço no mercado.

O esquema é o mesmo de ConectCar e Sem Parar: o usuário comanda uma recarga, e é creditado o valor na conta, já descontando a taxa de serviço. A pessoa pode optar por recargas automáticas ou manuais. Existe ainda um plano para pessoas jurídicas.

4 – Veloe

Essa é uma a empresa de pedágio expresso da Alelo, que comanda também os cartões Elo, e o programa de pontos Livelo. A Alelo é controlada por Bradesco e Banco do Brasil.

A Veloe oferece quatro planos, sendo um voltado para empresas que desejam realizar o pagamento por cobrança de pedágio de funcionários.

O serviço oferece recarga automática, que detecta quando 70% do saldo foi utilizado para fazer uma recarga no valor definido pelo cliente quando assinou o plano.

5 – Green Pass

Outra empresa que está no mercado de passe livre de pedágio é a GreenPass. Ele é oferecido diretamente aos usuários através dos Bancos e Fintechs parceiras.

O serviço é personalizado pelo parceiro e opera de forma totalmente integrada com seus meios de pagamento. O Taggy não tem recargas. O dinheiro do usuário está sempre disponível para ele gastar como quiser.

Auto Expresso e Passe Expresso ainda são opções?

Se você viu essa lista de 5 opções muito provavelmente deve ter sentido falta de duas empresas muito conhecidas: Auto Expresso e Passe Expresso.

Por muito tempo elas foram duas que encaixavam como referência nesse ramo, mas, não estão mais em operação.

Existem diversos benefícios ter o passe livre

A Passe Expresso encerrou de fato suas atividades, enquanto que a Auto Expressão foi incorporada pela empresa Sem Parar.

Por incrível que pareça elas tinham características bem parecidas. Por exemplo, não chegaram a ter aplicativo e não havia inclusão de pagamento de combustível.

A Auto Expresso, no entanto, contava com 28 estacionamentos, enquanto que a sua concorrente apenas um. Ambas não tinham taxa de adesão.

Como escolher a melhor opção para seu perfil?

Os planos podem mudar de um dia para o outro. No entanto, as dicas para escolhê-los sempre serão as mesmas.

1 – Cobertura

O primeiro passo é avaliar quais operadoras funcionam melhor na sua região. Portanto, visite os sites das empresas e verifique como anda a atuação delas nas estradas que você mais utiliza.

2 – Preço

Definidas quais operadoras podem te atender, o próximo passo é encontrar a mais barata. Ou seja, em meio a tantos planos e preços, para descobrir qual é a melhor para você é preciso identificar seu perfil.

O principal fator: quanto você utiliza desses serviços mensalmente? Dependendo do valor consumido, pode compensar mais contratar um plano com ou sem mensalidade.

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terça-feira, 29 de setembro de 2020

Conheça 4 franquias mais rentáveis no mercado

Quem está pensando em investir em franquias, precisa levar em consideração diversos pontos. O seu investimento pode até ser baixo, mas para ser uma empresa de sucesso, é preciso lucrar. Por isso, você precisa investir em franquias mais rentáveis.

Ao empreender é recomendado buscar por negócios que sejam seguros e sólidos no mercado. Por isso, é importante escolher um modelo ideal de franquias que atenda às necessidades do franqueado.

É comum as franqueadoras apontarem qual será o faturamento médio para que o empreendedor esteja ciente, antes de fechar negócio.

Para escolher entre as franquias mais rentáveis, uma opção é começar pelo segmento que você se identifica.

Isso irá causar confiabilidade do processo e suportes, que garantirá uma maior segurança ao empreendedor.

4 franquias rentáveis para você investir

Quais são as franquias mais rentáveis? Como escolher uma? Essas são só algumas dúvidas que podem surgir ao começar a empreender nesse tipo de negócio.

Por isso, o FinanceOne separou algumas opções das franquias mais rentáveis para você começar a investir agora mesmo. Confira!

1) Suav

O setor de estética e beleza é um dos mais promissores existentes, já que dificilmente sofre impacto na crise. Até porque se tem uma coisa que os brasileiros não deixam de fazer é de cuidar da beleza.

A Suav é uma franquia que atua no segmento de esmalteria e oferece diversos serviços. Como por exemplo, depilação, sobrancelha e escova. Um dos diferenciais é o modelo de atendimento express.

Dessa forma, o cliente não precisa agendar para realizar o atendimento. Vale ressaltar que no serviço de depilação, a empresa conta com uma cera especial, de fabricação própria. 

horário de verão
O setor de beleza e estética é um que conta com franquias mais rentáveis

Ela não agride a pele e não incomoda no ato da depilação. A cera tem eficácia comprovada e o método da Suav reduz em até 40% a sensação de dor.

Os modelos de negócio dessa franquia são do tipo loja física, para abrir em rua ou shopping. Confira outras informações importantes:

-> Investimento inicial: R$168 mil;
-> Faturamento médio mensal: R$70 mil;
-> Prazo de retorno do investimento: até 24 meses.

2) Hakuna Batata

A pequena empresa mineira Hakuna Batata é outra que entra na lista de franquias rentáveis e que pode se tornar uma boa opção no momento de escolher um novo investimento.

Como o nome deixa subentendido, é uma franquia do ramo alimentício.

Ela foi fundada em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e tem mais de 25 operações em todo o estado.

Com nove anos de experiências, a franquia tem opções para lanches e almoços, com pedidos para vários momentos do dia.

-> Investimento inicial: R$200 mil
-> Faturamento médio mensal: R$80 mil
-> Prazo de retorno de investimento: até 15 meses

3) E-fit

A E-Fit Brasil pode ser conhecida como a primeira franquia no segmento de academia de eletroestimulação muscular de corpo inteiro no Brasil.

Isso mesmo, não estamos falando daquela academia convencional, mas sim de algo que envolve uma alta tecnologia.

É um tipo de franquia mais voltado para o público de classe A, que tem um atendimento para pessoas de alta renda, com serviços personalizados.

-> Investimento inicial: R$ 350 mil
-> Faturamento médio mensal: não informado
-> Prazo de retorno de investimento: de 24 a 36 meses

4) Clinanci

A Clinanci é mais franquia inovadora e traz uma rentabilidade boa pelo custo que ela requer de investimento.

Pode ser considerada a primeira franquia vegana do país especializada em cosméticos profissionais e home care para o público masculino.

Ela ainda possui uma linha bem ampla de produtos mais focados em beleza: cabelo, pele, barca e outros.

->Investimento: R$ 9 mil
->Faturamento: R$ 20 mil

4 boas dicas para se tornar um bom franqueado

Além de conhecer quatro franquias que sejam rentáveis, neste texto você também conhece quatro boas dicas que ajudarão a se tornar um bom franqueado.

  • A escolha do segmento: o primeiro passo é escolher o segmento em que pretende atuar e identificar se ele, de fato, se encaixa com o seu perfil empreendedor.
  • Pesquisa de mercado: essa é uma etapa importante que deve anteceder o seu investimento. Primeiramente, você precisa avaliar bem o seu futuro negócio e ramo, além das principais tendências do mercado. Essas informações prévias ajudarão muito a você estar preparado antes de iniciar o seu projeto.
  • Realize o primeiro contato: em seguida, comece a fazer o contato com a marca na qual pretende adquirir o franchising. Mas isso após ter estudar o segmento e suas oportunidades. Faça o cadastro no site da marca e disponibilize dados para contato, com o objetivo de ficar por dentro de tudo.
  • Faça análise de prós e contras: avalie e analise todos os dados e perfil do seu futuro negócio. Conheça quais são os pontos favoráveis e desfavoráveis dessa franquia que escolheu. Caso precise de mais informações, vá atrás de feedbacks de atuais franqueados.

Gostou dessas dicas? Então compartilhe esse conteúdo nas redes sociais para que mais pessoas tenham acesso e possam escolher a melhor franquia para investir.

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Conheça 4 franquias mais rentáveis no mercado

Quem está pensando em investir em franquias, precisa levar em consideração diversos pontos. O seu investimento pode até ser baixo, mas para ser uma empresa de sucesso, é preciso lucrar. Por isso, você precisa investir em franquias mais rentáveis.

Ao empreender é recomendado buscar por negócios que sejam seguros e sólidos no mercado. Por isso, é importante escolher um modelo ideal de franquias que atenda às necessidades do franqueado.

É comum as franqueadoras apontarem qual será o faturamento médio para que o empreendedor esteja ciente, antes de fechar negócio.

Para escolher entre as franquias mais rentáveis, uma opção é começar pelo segmento que você se identifica.

Isso irá causar confiabilidade do processo e suportes, que garantirá uma maior segurança ao empreendedor.

4 franquias rentáveis para você investir

Quais são as franquias mais rentáveis? Como escolher uma? Essas são só algumas dúvidas que podem surgir ao começar a empreender nesse tipo de negócio.

Por isso, o FinanceOne separou algumas opções das franquias mais rentáveis para você começar a investir agora mesmo. Confira!

1) Suav

O setor de estética e beleza é um dos mais promissores existentes, já que dificilmente sofre impacto na crise. Até porque se tem uma coisa que os brasileiros não deixam de fazer é de cuidar da beleza.

A Suav é uma franquia que atua no segmento de esmalteria e oferece diversos serviços. Como por exemplo, depilação, sobrancelha e escova. Um dos diferenciais é o modelo de atendimento express.

Dessa forma, o cliente não precisa agendar para realizar o atendimento. Vale ressaltar que no serviço de depilação, a empresa conta com uma cera especial, de fabricação própria. 

horário de verão
O setor de beleza e estética é um que conta com franquias mais rentáveis

Ela não agride a pele e não incomoda no ato da depilação. A cera tem eficácia comprovada e o método da Suav reduz em até 40% a sensação de dor.

Os modelos de negócio dessa franquia são do tipo loja física, para abrir em rua ou shopping. Confira outras informações importantes:

-> Investimento inicial: R$168 mil;
-> Faturamento médio mensal: R$70 mil;
-> Prazo de retorno do investimento: até 24 meses.

2) Hakuna Batata

A pequena empresa mineira Hakuna Batata é outra que entra na lista de franquias rentáveis e que pode se tornar uma boa opção no momento de escolher um novo investimento.

Como o nome deixa subentendido, é uma franquia do ramo alimentício.

Ela foi fundada em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e tem mais de 25 operações em todo o estado.

Com nove anos de experiências, a franquia tem opções para lanches e almoços, com pedidos para vários momentos do dia.

-> Investimento inicial: R$200 mil
-> Faturamento médio mensal: R$80 mil
-> Prazo de retorno de investimento: até 15 meses

3) E-fit

A E-Fit Brasil pode ser conhecida como a primeira franquia no segmento de academia de eletroestimulação muscular de corpo inteiro no Brasil.

Isso mesmo, não estamos falando daquela academia convencional, mas sim de algo que envolve uma alta tecnologia.

É um tipo de franquia mais voltado para o público de classe A, que tem um atendimento para pessoas de alta renda, com serviços personalizados.

-> Investimento inicial: R$ 350 mil
-> Faturamento médio mensal: não informado
-> Prazo de retorno de investimento: de 24 a 36 meses

4) Clinanci

A Clinanci é mais franquia inovadora e traz uma rentabilidade boa pelo custo que ela requer de investimento.

Pode ser considerada a primeira franquia vegana do país especializada em cosméticos profissionais e home care para o público masculino.

Ela ainda possui uma linha bem ampla de produtos mais focados em beleza: cabelo, pele, barca e outros.

->Investimento: R$ 9 mil
->Faturamento: R$ 20 mil

4 boas dicas para se tornar um bom franqueado

Além de conhecer quatro franquias que sejam rentáveis, neste texto você também conhece quatro boas dicas que ajudarão a se tornar um bom franqueado.

  • A escolha do segmento: o primeiro passo é escolher o segmento em que pretende atuar e identificar se ele, de fato, se encaixa com o seu perfil empreendedor.
  • Pesquisa de mercado: essa é uma etapa importante que deve anteceder o seu investimento. Primeiramente, você precisa avaliar bem o seu futuro negócio e ramo, além das principais tendências do mercado. Essas informações prévias ajudarão muito a você estar preparado antes de iniciar o seu projeto.
  • Realize o primeiro contato: em seguida, comece a fazer o contato com a marca na qual pretende adquirir o franchising. Mas isso após ter estudar o segmento e suas oportunidades. Faça o cadastro no site da marca e disponibilize dados para contato, com o objetivo de ficar por dentro de tudo.
  • Faça análise de prós e contras: avalie e analise todos os dados e perfil do seu futuro negócio. Conheça quais são os pontos favoráveis e desfavoráveis dessa franquia que escolheu. Caso precise de mais informações, vá atrás de feedbacks de atuais franqueados.

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10 corretoras de confiança para investir

Escolher uma corretora de confiança para investir não é uma tarefa fácil. O primeiro passo é verificar se a instituição é cadastrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Em seu site, é possível pesquisar o nome das corretoras para se certificar de que elas estão cadastradas e autorizadas a atuar na área. Outro ponto importante é verificar o Selo CETIP.

Além de avaliar se a corretora de valores conta com uma certificação do Programa de Qualidade Operacional (PQO). Ele é oferecido pela bolsa de valores brasileira, a B3.

Não se esqueça de verificar se a corretora possui bons bancos de clientes, se há uma estrutura sólida, eficiente e bem estruturada.

Afinal de contas, uma correta que não possui boa infraestrutura ou não sabe administrá-la não terá condições de lidar com o seu dinheiro.

Por fim, confira a qualidade no atendimento e todos os custos de investimento.

Top 10 corretoras para investir, segundo a Proteste

A Proteste, associação de defesa do consumidor, fez uma lista com 10 corretoras de confiança para investir.

Todas foram aprovadas no quesito segurança, no qual foi observado se as ações eram registradas no nome do investidor e se o site era seguro.

No critério de experiência do investidor, a Proteste enviou questionários, se cadastrou em todas as corretoras. Também verificou os recursos disponibilizados e comprou ações.

As corretoras passaram por análises qualitativas e quantitativa com base em cenários de transações de clientes.

A XP ficou em primeiro lugar no ranking, com nota máxima em experiência do investidor e segurança, e a melhor avaliação final (91%). Em seguida, aparecem a Ativa e a Rico Investimentos.

Vaja o ranking com avaliação final (%)

1º – XP (91%);
2º – Ativa (86%);
3º – Rico – (86%);
4º – Bradesco – (85%);
5º – Mycap – 81%;
6º – Itaú – (79%);
7º – Easynvest – (75%);
8º – Mirae – (64%);
9º – Banco do Brasil – (60%);
10º – Santander – (60%).

Vantagens de investir por corretoras de valores

1- Maior leque de produtos

Por ofertarem ativos da própria instituição (Títulos de Capitalização e CDBs, por exemplo), os bancos geralmente apresentam um rol bem menor de produtos de investimento.

As corretoras, no entanto, contam com opções de investimentos variadas, atendendo assim a todos os perfis de investidores.

2- Atendimento descomplicado

Para investir por meio de uma corretora de valores, você precisará abrir uma conta junto à empresa (e transferir o valor que pretende investir).

É através dela que você irá negociar os ativos no mercado financeiro.

corretoras para investir
Corretoras de confiança para investir estão cadastradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

No entanto, por serem digitais (praticamente todas, atualmente) você consegue resolver tudo junto às corretoras pela internet.

Com um atendimento personalizado e direcionado ao seu objetivo – sem precisar se esquivar das ofertas do seu gerente bancário, que tem metas a bater.

3- Taxas praticadas

As taxas praticadas pelas corretoras vinculadas aos bancos geralmente são mais altas, reduzindo, assim, o rendimento das suas aplicações.

Há algumas corretoras que, inclusive, não cobram taxas de corretagem.

4- Grau de Confiabilidade

Todas as corretoras de valores listadas no site da B3 estão certificadas e aptas a oferecerem investimentos, portanto, são seguras e contam com plataformas modernizadas.

A seguir, veja mais alguns critérios que devem ser observados na hora de escolher a melhor corretora para você.

Investir com ajuda profissional

Quando se trata de produtos mais complexos, como os de renda variável, contar com ajuda especializada é fundamental. Nas corretoras você encontra esse benefício.

Os analistas de investimentos são profissionais altamente qualificados que verificam as condições econômicas do país e das empresas que estão no mercado.

Com base nas informações levantadas, eles identificam as melhores oportunidades de compra e venda de ativos.

Por ser certificado e ter experiência no mercado, ele consegue interpretar os indicadores para dar ao investidor suporte e confiança, indicando as melhores oportunidades para direcionar o seu capital. Saiba como escolher a melhor corretora para investimentos.

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10 corretoras de confiança para investir

Escolher uma corretora de confiança para investir não é uma tarefa fácil. O primeiro passo é verificar se a instituição é cadastrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Em seu site, é possível pesquisar o nome das corretoras para se certificar de que elas estão cadastradas e autorizadas a atuar na área. Outro ponto importante é verificar o Selo CETIP.

Além de avaliar se a corretora de valores conta com uma certificação do Programa de Qualidade Operacional (PQO). Ele é oferecido pela bolsa de valores brasileira, a B3.

Não se esqueça de verificar se a corretora possui bons bancos de clientes, se há uma estrutura sólida, eficiente e bem estruturada.

Afinal de contas, uma correta que não possui boa infraestrutura ou não sabe administrá-la não terá condições de lidar com o seu dinheiro.

Por fim, confira a qualidade no atendimento e todos os custos de investimento.

Top 10 corretoras para investir, segundo a Proteste

A Proteste, associação de defesa do consumidor, fez uma lista com 10 corretoras de confiança para investir.

Todas foram aprovadas no quesito segurança, no qual foi observado se as ações eram registradas no nome do investidor e se o site era seguro.

No critério de experiência do investidor, a Proteste enviou questionários, se cadastrou em todas as corretoras. Também verificou os recursos disponibilizados e comprou ações.

As corretoras passaram por análises qualitativas e quantitativa com base em cenários de transações de clientes.

A XP ficou em primeiro lugar no ranking, com nota máxima em experiência do investidor e segurança, e a melhor avaliação final (91%). Em seguida, aparecem a Ativa e a Rico Investimentos.

Vaja o ranking com avaliação final (%)

1º – XP (91%);
2º – Ativa (86%);
3º – Rico – (86%);
4º – Bradesco – (85%);
5º – Mycap – 81%;
6º – Itaú – (79%);
7º – Easynvest – (75%);
8º – Mirae – (64%);
9º – Banco do Brasil – (60%);
10º – Santander – (60%).

Vantagens de investir por corretoras de valores

1- Maior leque de produtos

Por ofertarem ativos da própria instituição (Títulos de Capitalização e CDBs, por exemplo), os bancos geralmente apresentam um rol bem menor de produtos de investimento.

As corretoras, no entanto, contam com opções de investimentos variadas, atendendo assim a todos os perfis de investidores.

2- Atendimento descomplicado

Para investir por meio de uma corretora de valores, você precisará abrir uma conta junto à empresa (e transferir o valor que pretende investir).

É através dela que você irá negociar os ativos no mercado financeiro.

corretoras para investir
Corretoras de confiança para investir estão cadastradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

No entanto, por serem digitais (praticamente todas, atualmente) você consegue resolver tudo junto às corretoras pela internet.

Com um atendimento personalizado e direcionado ao seu objetivo – sem precisar se esquivar das ofertas do seu gerente bancário, que tem metas a bater.

3- Taxas praticadas

As taxas praticadas pelas corretoras vinculadas aos bancos geralmente são mais altas, reduzindo, assim, o rendimento das suas aplicações.

Há algumas corretoras que, inclusive, não cobram taxas de corretagem.

4- Grau de Confiabilidade

Todas as corretoras de valores listadas no site da B3 estão certificadas e aptas a oferecerem investimentos, portanto, são seguras e contam com plataformas modernizadas.

A seguir, veja mais alguns critérios que devem ser observados na hora de escolher a melhor corretora para você.

Investir com ajuda profissional

Quando se trata de produtos mais complexos, como os de renda variável, contar com ajuda especializada é fundamental. Nas corretoras você encontra esse benefício.

Os analistas de investimentos são profissionais altamente qualificados que verificam as condições econômicas do país e das empresas que estão no mercado.

Com base nas informações levantadas, eles identificam as melhores oportunidades de compra e venda de ativos.

Por ser certificado e ter experiência no mercado, ele consegue interpretar os indicadores para dar ao investidor suporte e confiança, indicando as melhores oportunidades para direcionar o seu capital. Saiba como escolher a melhor corretora para investimentos.

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